Pequenas alegrias podem reduzir o estresse e melhorar o sono, aponta estudo com 17,6 mil pessoas

O estudo “Big Joy Project”, publicado no ano passado na revista “Journal of Medical Internet Research” (JMIR), observou cerca de 17,6 mil participantes de várias partes do mundo e apontou que pequenas alegrias na rotina podem melhorar o bem-estar.
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Conversas com amigos e familiares, carinho de pessoas queridas e a lembrança de momentos bons do dia estão entre as experiências cotidianas destacadas pela pesquisa.
A ideia é não condicionar a felicidade apenas a uma viagem, à conquista de um objetivo ou a uma mudança radical. O estudo identificou benefícios associados a atitudes simples, que podem ser incorporadas ao cotidiano sem esforço ou planejamento prévio.
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Práticas simples reduziram o estresse
Durante uma semana, os participantes realizaram ações como fazer uma gentileza para alguém, escrever sobre aquilo pelo que sentiam gratidão e contar a outra pessoa uma experiência positiva.
Ao fim do período, os pesquisadores constataram redução no estresse, aumento das emoções positivas e melhora na saúde em geral e na qualidade do sono.
Entre as sugestões está lembrar, antes de dormir, de três coisas boas que aconteceram durante o dia. Pode ser um momento prazeroso no trabalho, um jantar com amigos ou uma mensagem que melhorou o humor.
Como incluir momentos de alegria no dia
Recordar essas experiências pode afastar preocupações e favorecer uma noite melhor de sono. Outra possibilidade é praticar uma gentileza, gesto que leva poucos segundos e pode fazer bem tanto a quem oferece quanto a quem recebe.
Perguntar com genuíno interesse como alguém está, mandar uma mensagem carinhosa quando sentir saudade ou oferecer ajuda são exemplos de atitudes simples. Também é possível manter ativa a rede de apoio compartilhando uma boa notícia ou uma conquista com pessoas próximas.
Ao contar algo positivo, a pessoa abre espaço para que os outros comemorem junto, prolongando a sensação boa. A conversa também permite que eles compartilhem como estão.
Pausas e tempo para si também contam
O estudo sugere reservar espaço para atividades de lazer que não exigem muito tempo, sem transformar esse momento em obrigação. Ouvir música, cuidar de plantas, assistir a um programa de que goste ou ler algumas páginas de um livro são opções; essas pausas “revigoram” o cérebro.
Outra forma de aproveitar o cotidiano é desfrutar da própria companhia sem pressa, tomando um café ou outra bebida, conversando com parentes em algum ambiente da casa ou observando o pôr do sol.
Editoria:
Redação Saúde e Educação
A Redação Saúde e Educação reúne a cobertura do Clique Fatos sobre saúde, bem-estar e educação. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



