Nexus: 1 em cada 4 eleitores segue indeciso para o segundo turno

Lula lidera com 40% contra 30% de Bolsonaro no primeiro cenário estimulado, segundo pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira (7).

Senador Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Pesquisa aponta cenário eleitoral definido para 2026; veja os números Uma nova rodada de levantamento eleitoral trouxe números que ajudam a entender a disputa. A pesquisa, divulgada nesta semana, mostra a intenção de voto dos brasileiros para a eleição presidencial de 2026.

Os dados indicam uma vantagem para um dos candidatos, mas o cenário ainda reserva atenção para o segundo colocado. A margem de erro e o nível de rejeição também aparecem no levantamento. ## Quem lidera a disputa Segundo o levantamento, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na frente nas intenções de voto.

O petista marca 40% no primeiro cenário estimulado, contra 30% do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) — diferença de 10 pontos percentuais. A pesquisa foi feita pela Quaest e divulgada na quarta-feira (7). Foram ouvidos 4.000 eleitores entre os dias 2 e 5 de maio.

A margem de erro é de 1,5 ponto percentual, para mais ou para menos. No segundo cenário, com a inclusão do ex-governador de São Paulo João Doria (sem partido), Bolsonaro aparece com 29%, enquanto o ex-presidente Lula tem 27%. Doria marca 4%. Já o terceiro cenário, com o ex-ministro Sergio Moro, mostra Bolsonaro com 28% e Lula com 26%, enquanto Moro soma 3%. ## Outros nomes testados O levantamento também avaliou o desempenho de outros possíveis candidatos.

Em um dos cenários, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin aparece com 3% das intenções de voto. O ex-ministro Ciro Gomes aparece com 2%. O instituto também mediu a rejeição dos nomes testados. O ex-presidente Lula lidera nesse quesito, com 37% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum.

Em seguida aparece o ex-ministro Ciro Gomes, com 32%. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os dados foram coletados entre os dias 5 e 9 de dezembro, com 2.000 entrevistas em todos os estados e no Distrito Federal. ## O que muda com o resultado O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ouviu eleitores de todas as regiões do país.

A pesquisa traz um retrato do cenário político a pouco menos de um ano das eleições presidenciais de 2026. Os números mostram a distância entre os principais nomes citados para a sucessão presidencial. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

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O instituto também mediu o cenário espontâneo, quando o eleitor diz em quem votaria sem receber uma lista de opções. Nesse caso, os percentuais mudam e outros nomes aparecem. ## Como foi feita a pesquisa A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR 01245/2025.

Os dados foram coletados entre os dias 5 e 9 de agosto de 2025, com 2.000 entrevistados em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi contratado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). ## Cenário para 2026 O levantamento também testou cenários eleitorais para 2026.

Em um dos cenários, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 38% das intenções de voto contra 33% do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em um eventual segundo turno. No primeiro turno, Lula tem 34% e Bolsonaro, 26%. Os demais candidatos citados na pesquisa ficaram com percentuais menores, sem alcançar os dois primeiros colocados.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR 00691/2025. ## O que dizem os números A pesquisa ouviu 2.008 eleitores entre os dias 5 e 9 de fevereiro.

O levantamento foi feito pelo instituto Quaest, com entrevistas presenciais em 120 municípios brasileiros. Os dados mostram que 40% dos entrevistados avaliam o governo como ótimo ou bom. Outros 24% consideram a gestão regular, e 33% a classificam como ruim ou péssima.

Houve ainda 3% que não souberam ou não responderam. Na margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, o índice de aprovação oscilou um ponto em relação à pesquisa anterior, quando 41% avaliavam o governo positivamente. A reprovação, por sua vez, subiu de 31% para 33% na mesma comparação.

A pesquisa ouviu 2.008 pessoas entre os dias 2 e 6 de fevereiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%. ## O que dizem os entrevistados Entre os que aprovam a gestão, os entrevistados citaram principalmente programas sociais e a política de valorização do salário mínimo.

Já entre os que reprovam, as reclamações mais comuns envolvem a economia, a segurança pública e a saúde. O levantamento também mediu a avaliação do governo em áreas específicas. A gestão é considerada ótima ou boa por 47% dos brasileiros, contra 41% que a veem como ruim ou péssima.

Outros 12% avaliaram como regular. ## Pesquisa ouviu quantas pessoas? O instituto responsável pelo levantamento entrevistou 2.000 eleitores em 16 estados e no Distrito Federal, entre os dias 3 e 6 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. ## O que pesa na avaliação Entre os que aprovam a gestão, a maioria cita a área econômica como o principal motivo.

Já entre os que desaprovam, a segurança pública aparece como a maior queixa. A pesquisa também mediu a avaliação de áreas específicas da administração — os percentuais variam conforme o tema, e os números completos foram divulgados no levantamento.

A pesquisa ouviu eleitores em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. ## O que dizem os números Os dados mostram um cenário dividido entre os entrevistados.

A parcela que aprova a gestão é numericamente próxima da que reprova, o que indica um eleitorado ainda sem consenso consolidado sobre o governo. Os números completos, incluindo avaliação por faixa de renda, escolaridade e região, foram divulgados pelo instituto responsável pela pesquisa. ## Metodologia e detalhes da pesquisa A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR 02415/2026.

O levantamento ouviu eleitores em todas as regiões do país entre os dias 3 e 7 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os dados completos, incluindo o recorte por segmentos da população, estão disponíveis no site do instituto.