Moradores pressionam por solução definitiva do lixo perto Hospital Mãe

O acúmulo crescente de lixo e grande volume de entulhos em uma das principais vias que levam ao Hospital Estadual da Mãe, localizado em Mesquita (Baixada Fluminense), tem causado graves transtornos à população local.
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Moradores, pacientes e profissionais de saúde relatam dificuldades diárias no trânsito pela região.
Transtorno na Rua Meriti: Lixos causam risco sanitário
A via está marcada por um cenário insalubre. Um vizinho descreveu grande foco de ninho de ratos nos locais abandonados, classificando como “descaso total” que torna toda área perigosa para transitar.
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Os transtornos vão além da sujeira visível. Há relatos constantes de mau cheiro e queimadas no local — uma rua próxima tanto à maternidade referência estadual quanto ao ponto final dos ônibus —, o que agrava a situação em áreas residenciais densamente povoadas.
Tentativas de solução enfrentam resistência municipal
Após reportagens sobre o problema na Rua Meriti, outros moradores tentaram acionar plataformas oficiais; síndicos relataram ter usado o Colab, disponibilizado pela prefeitura, mas mas o atendimento demorou cerca de 60 dias para chegar ao local.
“O órgão responsável já nos comunicou que não há projeto para este trecho”, afirmou outra moradora. Ela complementou que, segundo o órgão, o ritmo da retirada de entulho não vai mudar.
Impactos no cotidiano dos vizinhos. Ingrid Flores afirmou que o caso é de saúde pública, mesma opinião de Danilo Oliveira.
“Os detritos chegam até a metade da via”, escreveu Danilo. Ele alertou que além das queimadas constantes e proliferação animalinsetual, há um risco direto ao fluxo veicular e aumento potencial de acidentes para todos — incluindo ambulâncias —, já citando mães com crianças pequenas no trajeto pela maternidade.
Cobrança por posicionamento oficial
A indignação é generalizada entre o público local sobre o abandono do espaço. Luciana Oliveira desabafou: “É um absurdo… Todos os dias colocam fogo nesse lixo”. Priscila Deolino reforçou a sensação de vergonha em relação à área. Márcia Carvalho também criticou publicamente, dizendo que conviver tanto tempo com esse tipo de descaso na rua Meriti era inadmissível para quem precisa acessar serviços essenciais da região.
O Brasil de Fato tentou novamente obter esclarecimentos junto à Prefeitura de Mesquita quanto aos procedimentos e cronogramas de coleta adequada desse material acumulado; a prefeitura respondeu em nota que realiza ações regulares de limpeza, mas que o local é alvo recorrente de descarte irregular.
Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.
Editoria:
Redação Política
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