Marc Cucurella resgata tradição da seleção espanhola ao enterrar moeda antes da final da Copa

Marc Cucurella fez história na final da Copa do Mundo de 2026, disputada em 19 de julho, ao repetir um ritual que liga gerações da seleção espanhola. O lateral-esquerdo enterrou uma moeda no gramado antes da vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, revivendo uma tradição iniciada por Joan Capdevila na conquista do primeiro título mundial da Espanha, em 2010.
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Em um vídeo, Cucurella aparece caminhando até o lado esquerdo do campo, tirando uma moeda da meia e enterrando-a discretamente na grama pouco antes do apito inicial.
Essa prática teve início com Capdevila, titular na equipe campeã da África do Sul. O ex-jogador, que fez o gesto na decisão contra a Holanda, há 16 anos, revelou que pediu ao atual lateral-esquerdo da seleção para repeti-lo.
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O ritual de Capdevila e sua importância
“Já contei isso milhões de vezes. Pedi ao Cucurella que fizesse o mesmo ontem. Marc, gosto muito de você.
Você é campeão do mundo!”, disse Capdevila.
A tradição nasceu na final de 2010, quando a seleção espanhola derrotou a Holanda por 1 a 0 na prorrogação e conquistou pela primeira vez o troféu mais cobiçado do futebol mundial. Desde então, Capdevila costuma brincar sobre como a moeda enterrada naquele gramado do Soccer City foi um amuleto de sorte para o time.
Agora, com a vitória sobre a Argentina, o ritual foi resgatado e se tornou parte da história recente da seleção espanhola. A conquista do segundo Mundial não apenas solidificou essa superstição entre os jogadores, mas também alimentou as conversas entre os torcedores sobre uma possível repetição desse ato na Copa do Mundo de 2030.
Torcedores começaram a especular se esse ritual poderia se tornar uma tradição oficial da seleção para as próximas competições internacionais.
A ideia de repetir o gesto em futuros torneios já está sendo comentada entre os fãs, que veem nisso uma forma divertida de conectar as gerações passadas com as atuais. A superstição sempre teve um papel importante no futebol e agora parece ter encontrado um novo símbolo com Cucurella.
Com esse triunfo e o resgate das tradições anteriores, a seleção espanhola reafirma sua identidade no cenário mundial e mantém viva a chama das superstições que cercam suas conquistas.
Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido.
Editoria:
Redação Esportes
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