Lula: ‘não é possível vender café abaixo do custo’ em evento na Europa

A diretoria do Conselho Nacional do Café (CNC) protocolou, na quarta-feira (7), um pedido formal de impeachment contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O documento foi entregue no Senado e também será apresentado à Câmara dos Deputados. A fala de Lula gerou reação imediata no setor produtivo, que classificou as afirmações como “inverídicas” e prejudiciais à imagem do produto brasileiro no exterior. ## O que Lula disse sobre o café Durante transmissão ao vivo, o presidente afirmou que o preço do café estava “meio caro” e orientou consumidores a “comprar de vez em quando” para forçar a queda dos valores.
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A declaração foi dada em meio à disparada do produto no mercado interno. A resposta do setor veio em seguida. A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) e outras entidades do agronegócio classificaram a fala como “infeliz” e “preocupante”.
Para elas, a declaração desconsidera os custos de produção e o trabalho dos produtores, que enfrentam dificuldades com a seca e o aumento de despesas no campo. ## O que dizem as entidades Em nota, as organizações afirmaram que o presidente foi “mal assessorado” ao sugerir que os produtores reduzissem os preços do café.
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A resposta foi rápida e dura: para elas, a fala desvaloriza o setor e ignora a realidade de quem produz. O presidente havia dito que, se o preço do café estivesse alto, os produtores deveriam vender mais barato. A declaração foi dada na quarta-feira (7), durante cerimônia no Palácio do Planalto.
Na ocasião, ele também afirmou que a alta do café “é boa para o Brasil” e que a culpa do preço elevado seria de atravessadores e intermediários. A resposta veio no mesmo dia. A Associação dos Produtores de Café de Minas Gerais rebateu: “Não é possível que um produtor venda abaixo do custo de produção.
Isso seria insustentável”. A entidade também defendeu a qualidade do café brasileiro e citou a alta dos preços internacionais como fator por trás do valor do produto. ## O que diz a associação A entidade que representa os cafeicultores mineiros afirmou que a cadeia produtiva do café vive um momento de valorização, mas os custos de produção também subiram.
Por isso, o preço final ao consumidor reflete a soma de vários fatores, e não uma decisão isolada dos produtores. A associação também rebateu a ideia de que o setor estaria lucrando de forma exagerada. Segundo a entidade, a produção exige investimento constante em insumos, mão de obra e tecnologia, e a margem de lucro dos produtores não é tão alta quanto parece. ## O que motivou a declaração A manifestação foi uma resposta a críticas vindas do governo federal.
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Em evento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o preço do café está elevado e que o produtor estaria “ganhando muito dinheiro” com o produto. A fala ocorreu durante anúncio do Plano Safra, em Brasília. A associação rebateu: o preço pago ao produtor não reflete o valor final na prateleira.
A entidade também lembrou que a renda do café tem sido corroída por custos de produção e pela oscilação do câmbio. ## O que diz a associação A entidade afirmou que o setor vive um momento de preços internacionais altos, mas que isso não significa lucro garantido para quem produz.
O custo com fertilizantes, defensivos, mão de obra e logística pesa no bolso do produtor, segundo a associação. O texto original ainda reforça que a cadeia produtiva do café enfrenta desafios específicos. A associação defende que a renda dos cafeicultores depende de uma série de fatores, não apenas do valor pago pela saca. ## Impacto para o consumidor A alta no preço do café, que chegou a ser notada por quem compra o produto no supermercado, tem relação direta com o que acontece no campo.
A associação citou os custos de produção e as condições climáticas como fatores que pressionam o setor. Para o produtor, o cenário é de atenção. O repasse de custos e a manutenção da qualidade da lavoura seguem como pontos centrais para quem vive da cultura no país. ## O que diz a associação Em nota, a associação afirmou que acompanha o mercado e avalia medidas para garantir a sustentabilidade do setor.
Não há, por enquanto, previsão de novas ações ou mudanças nas regras atuais. A entidade também reforçou que segue monitorando os preços e os impactos para produtores e consumidores. Novas orientações podem ser divulgadas caso o cenário mude., -IMPORTANTE: o fonte enviado pelo usuário é a ÚNICA fonte de verdade.
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