Kassab: “Não, não teve convite” e PSD só decide apoio a Lula após sinais sobre a equipe econômica

Com PSD, MDB e União Brasil à frente nas articulações por ministérios, Kassab condiciona o apoio ao quarto mandato de Lula, que começa em janeiro de 2027.

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Antonio Cruz/Agência Brasil
Antonio Cruz/Agência Brasil

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, disse na segunda-feira (2), em entrevista ao Direto ao Ponto, da Jovem Pan News, que o envolvimento do partido no quarto governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai depender sobretudo da política econômica que o petista adotar.

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Kassab também negou ter recebido convite para assumir algum ministério. Segundo ele, o que circula até agora é especulação, e não uma sondagem concreta.

Política econômica pesa na decisão do PSD

Para o dirigente, a expectativa do mercado sobre as contas públicas é ruim. Ele afirmou que os primeiros sinais de Lula sobre a equipe econômica serão decisivos para definir a relação entre a legenda e o Palácio do Planalto.

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“A intensidade da participação do PSD nessa gestão vai depender muito das propostas e da maneira como o presidente apresentar, em especial como será a condução da sua política econômica”, afirmou. Na mesma entrevista, ele declarou: “Hoje existe uma expectativa ruim em relação ao equilíbrio fiscal, em relação às contas públicas”.

Kassab demonstrou preocupação com o equilíbrio das contas e defendeu que Lula se aproxime dos partidos de centro para ampliar a base de apoio.

Negociações para o quarto mandato avançam

As declarações vêm em meio às conversas para montar o próximo governo. Segundo apuração da Jovem Pan, PSD, MDB e União Brasil saíram na frente nas articulações para conquistar ou manter ministérios no quarto mandato de Lula, que começa em janeiro de 2027.

Lula também iniciou contatos com Progressistas e Republicanos, com o objetivo de reforçar sua sustentação no Congresso.

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Kassab nega convite e diz que ministério é decisão do presidente

Ao ser questionado sobre a chance de ocupar pessoalmente uma pasta na Esplanada dos Ministérios, o presidente do PSD foi direto: “Na verdade, Bruno, não é sondagem. O que existe é especulação”.

Diante de nova pergunta sobre quais condições aceitaria um eventual convite, ele respondeu: “Não, não teve convite, então não tem condição nenhuma. Seria até uma arrogância, não é? É muito honroso ser ministro para qualquer brasileiro”.

Por fim, Kassab ressaltou que suas avaliações sobre a aproximação com o governo refletem a posição institucional do PSD. Ele lembrou que a escolha dos ministros cabe ao presidente da República.

A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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