Juliana Marins falece após queda, data não confirmada
O Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro finalizou na terça-feira (8) o laudo da nova necropsia do corpo de Juliana Marins, jovem de 24 anos que faleceu após sofrer uma queda durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia. A informação foi confirmada pela Polícia Civil fluminense, que ressaltou que o laudo já foi inserido no inquérito, sob sigilo judicial.
A nova análise, realizada no último dia 2 de julho, indicou que a causa da morte foi uma hemorragia interna devido a “lesões poliviscerais e politraumatismo”, compatíveis com impactos relacionados à queda. Contudo, os peritos brasileiros não conseguiram determinar com exatidão o dia e o horário da morte da jovem.
A perícia foi realizada por dois peritos da Polícia Civil do Rio, com acompanhamento de um agente da Polícia Federal e de um perito contratado pela família. A realização da nova necropsia foi autorizada pela Justiça Federal, após solicitação da Defensoria Pública da União.
A jovem foi vista após o acidente, porém o atendimento se atrasou por quase quatro dias. O corpo foi removido do local em 25 de junho, com a colaboração de voluntários e equipes locais. O primeiro exame pericial ocorreu na Indonésia, mas não apontou o horário preciso do falecimento. Os peritos brasileiros consideram que o intervalo entre o óbito e a nova análise pode ter prejudicado a identificação do momento exato da morte de Juliana.
O caso está sob investigação pelas autoridades brasileiras.
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Redação Clique Fatos
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