Inquérito sobre a morte da PM Gisele Santana vai para a Vara do Júri

Investigação da Morte da Policial Militar Gisele Alves Santana Recebe Nova Direção
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) determinou a transferência do inquérito sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana para a Vara do Júri da Capital. A decisão visa aprofundar as investigações em um caso que inicialmente foi classificado como suicídio, mas que agora é tratado com suspeita de crime.
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A Vara do Júri é especializada em julgar crimes dolosos contra a vida, incluindo homicídio, feminicídio e induzimento ao suicídio.
O caso ganhou destaque após a descoberta do corpo de Gisele em 18 de fevereiro, em seu apartamento, onde residia com o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Ele foi quem acionou o socorro e informou as autoridades sobre o ocorrido, inicialmente relatando o caso como um suicídio.
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Investigação em Andamento e Possíveis Revisões
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) confirmou que a investigação está em curso, classificando o caso como morte suspeita. A tipificação do crime pode ser revista a qualquer momento, dependendo das evidências que surgirem durante as investigações.
A SSP ressaltou que a Polícia Civil já realizou depoimentos e aguarda laudos complementares para auxiliar na apuração.
A investigação está sendo conduzida com rigor e sigilo, sob o acompanhamento da Corregedoria da Polícia Militar, garantindo a transparência e a devida apuração dos fatos. A equipe de investigação busca esclarecer todas as circunstâncias envolvendo o ocorrido, com o objetivo de garantir justiça e segurança.
Análise do IML Revela Detalhes Cruciais
Um laudo necroscópico, emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) após exumação do corpo de Gisele Alves Santana, revelou detalhes importantes. As lesões encontradas, incluindo pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal, sugerem a possibilidade de um crime, e não de um suicídio.
O laudo, datado de 7 de março, um dia após a exumação, complementa o primeiro laudo necroscópico, elaborado no dia 19 de fevereiro, que já apontava lesões na face e no pescoço da vítima. A equipe de investigação continua analisando todas as informações e evidências, buscando a verdade por trás do ocorrido.
Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.
Editoria:
Redação Brasil
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