Haddad compara casos Lulianne e Dark Horse na sabatina

O ex – ministro da Fazenda e candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio Milano Filho – ou simplesmente André Haddad–, afirmou nesta quarta – feira, 25 de agosto de 2026, que os casos envolvendo Fábio Luís Lula da Silva (“Lulinha”) e Dark Horse não podem ser comparados em termos práticos.
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A declaração foi feita durante a participação do político na sabatina com outros candidatos às eleições presidenciais de 2026. Segundo o ministro Andre Mendonça — fonte das suspeitas —, ele considerou inviável traçar um paralelo entre as duas situações devido à natureza dos envolvidos: enquanto uma envolve parente presidencial (PT), a outra foca especificamente no candidato Jair Bolsonaro (PL.
Diferenças políticas nos dois processos
Haddad concordou que investigar ambos os casos é fundamental, mas defendeu veementemente contra qualquer comparação direta em termos políticos e jurídicos.
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“Nós devemos colocar as coisas na balança,” declarou Haddad durante o debate público.
Ele enfatizou sua visão de imparcialidade ao afirmar categoricamente sobre Lula da Silva:
“Lulaé presidente da República e não mexeu um dedo para beneficiar quem quer que seja. Não tem nenhuma evidência.”
O foco nos desvios financeiros
Investigando os casos Lulinha e Dark Horse por separado
Em contraste com a defesa do ex – ministro, em entrevista concedida na última semana (domingo, dia 23 de agosto), o próprio Luiz Inácio Lula da Silva fez uma declaração similar sobre seu filho.
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“Meu filho sabe que, se cometou erro, ele vai ser julgado… Mas ele tem que provar a inocência dele,” disse um porta – voz presidencial. O discurso foi acompanhado pela garantia de não interferir nas investigações conduzidas pela Polícia Federal ou pelas autoridades competentes para apurar as suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva e sua atuação profissional no setor privado.
O caso Lulinha: Tráfico de influência
Detalhes das acusações contra o círculo familiar
As alegações sobre “Lulinha” giram em torno do crime de tráfico de influência, conforme apontado pelo ministro André Mendonça. As informações indicam que ele teria atuado junto a uma lobista com foco na empresa World Cannabis — companhia ligada ao próprio lobbista Antonio Carlos Camilo Antunes —, buscando fechar contratos importantes para um determinado localidade dentro do ICB (Instituto Conhecer Brasil.
Nomes como Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido no meio político e público por seu apelido “Pixão”, também estão ligados às investigações mais amplas envolvendo o círculo próximo à família presidencial.
O caso Dark Horse: Financiamento da produção
A apuração sobre os recursos de São Paulo
Por outro lado, a investigação que envolve “Dark Horse” foi desencadeada pela Operação Wi – Fi. Esta operação policial focou em desvios financeiros milionários provenientes dos cofres da Prefeitura de São Paulo — um montante totalizando R 108 milhões —, dinheiro destinado ao financiamento do filme biográfico *Dark Horse*, cujo enredo trata de Jair Bolsonaro.
Neste contexto investigativo está o nome de Karina Ferreira da Gama, empresária e sócia produtora responsável pelo longa; ela também é presidente do ICB (Instituto Conhecer Brasil). Segundo apurações policiais, essa contratacão ocorreu para a realização do programa WiFi Livre SP durante gestão anterior à atual administração municipal.
Além disso, há suspeitas adicionais sobre repasses financeiros.
A Polícia Federal investiga ainda se o projeto utilizou recursos públicos destinados às despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos da América.
Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.



