Governo lança nova fase do Celular Seguro e cria banco nacional de celulares roubados

Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR) vai reunir dados de polícias, operadoras e Anatel sobre aparelhos roubados, furtados ou perdidos.

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A venda ilegal de combustível, que chega a 13 bilhões de litros anuais, resulta em uma perda de cerca de R$ 23 bilhões em receita para o Brasil. | Tânia Rêgo/Agência Brasil

O governo federal lançou nesta sexta-feira, 26 de junho de 2026, uma nova fase do programa Celular Seguro. A iniciativa orienta a população sobre como agir em regiões com altos índices de furtos e roubos de celulares no país.

A campanha traz medidas preventivas para os usuários e detalha o que fazer depois que o aparelho é roubado ou furtado.

Medidas preventivas contra roubo ou furto

As novas diretrizes incluem o cadastro prévio de pessoas de confiança, que poderão ser acionadas em caso de furto ou roubo do celular do titular. Além disso, é fundamental consultar o IMEI — número único de registro do aparelho — antes de qualquer compra em lojas físicas ou on-line.

O programa também orienta sobre o registro de ocorrências no BNCR (Banco Nacional de Celulares com Restrição), que permite rastrear aparelhos roubados, furtados ou perdidos.

Criação e funcionamento do banco nacional

O BNCR foi instituído pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por meio de um decreto assinado na quarta-feira anterior ao lançamento. O objetivo é criar um registro centralizado dos aparelhos roubados, furtados ou extraviados em todo o território nacional.

A plataforma, coordenada pela Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), vai unificar as informações sobre aparelhos com restrição no Brasil, reunindo dados das polícias civis de todos os estados e das operadoras de telefonia.

Fontes integradas à plataforma

Além do Celular Seguro, o BNCR vai agregar registros de sistemas nacionais de segurança pública e as informações do Cemi (Cadastro de Estações Móveis Impedidas).

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A plataforma receberá ainda dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e da ABR Telecom.

A integração com os dados das operadoras e de outros órgãos busca dar mais poder de investigação às autoridades.

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