Gaeco poderá usar dados do Smart Sampa em investigações após acordos da Prefeitura com o MPSP

Acordos de 12 e 60 meses preveem troca de imagens e uso de mais de 50 mil câmeras para localizar agressores sem notificação de medidas protetivas.

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Central de monitoramento do programa Smart Sampa | Foto: Reprodução/CNN Brasil
Central de monitoramento do programa Smart Sampa | Foto: Reprodu...
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A Prefeitura de São Paulo assinou dois acordos com o MPSP (Ministério Público do Estado de São Paulo) que permitem ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) usar informações técnicas do Smart Sampa em investigações e ações de prevenção ao crime organizado.

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A assinatura ocorreu na terça-feira (27).

Pelo planejamento apresentado, o sistema emite um alerta para a GCM (Guarda Civil Metropolitana) quando identifica uma pessoa cadastrada. A guarda faz a abordagem e também comunica os agressores sobre as medidas judiciais. Para isso, o MPSP vai disponibilizar um banco de dados com informações sobre esses indivíduos.

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Como funcionam os dois acordos

O primeiro acordo foi firmado pela SMSU (Secretaria Municipal de Segurança Urbana) e prevê o intercâmbio de informações e imagens entre o MPSP e a Prefeitura. A meta é ampliar o suporte às investigações e às análises do Gaeco. Ele tem vigência de 12 meses e pode ser prorrogado.

O segundo contrato prevê o uso de mais de 50 mil câmeras do Smart Sampa para identificar agressores que ainda não foram notificados pela Justiça sobre medidas protetivas. Esse acordo tem validade de 60 meses.

Segundo a Prefeitura, a finalidade dos acordos é fortalecer a integração entre as instituições, ampliar a troca de informações e usar a tecnologia para apoiar ações de segurança pública.

Sistema teve vazamento e passará por perícia

O Smart Sampa foi alvo recentemente do vazamento de informações sigilosas de mais de 58 mil câmeras. Diante disso, a Justiça determinou que o sistema passe por uma perícia técnica independente para avaliar o seu funcionamento.

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Na cerimônia realizada na sede da Prefeitura, no Centro Histórico de São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes afirmou que a “criminalidade é aquilo que mais preocupa a população, indicam as pesquisas.” Ele também disse que a cidade tem uma rede de 58 mil câmeras e que haverá em breve a expansão de mais 20 mil equipamentos.

A Redação Brasil reúne a cobertura do Clique Fatos sobre o noticiário das cidades e dos estados brasileiros. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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