G7 na França: Donald Trump intensifica tensões com líderes mundiais durante reunião

As tensões entre Donald Trump e líderes do G7 refletem um clima de desconfiança e conflitos que podem impactar a cooperação internacional em questões globais

16/06/2026 15:26

3 min

G7 na França: Donald Trump intensifica tensões com líderes mundiais durante reunião
(Imagem de reprodução da internet).

Reunião do G7 na França e tensões entre Donald Trump e líderes mundiais

A reunião do G7, realizada na França, ocorre em meio a um histórico de atritos entre Donald Trump e os demais líderes das sete maiores potências mundiais. No Live CNN desta terça-feira (16), o editor de Internacional Diego Pavão relembrou algumas dessas tensões, que envolveram desde divergências sobre a guerra no Irã até comentários pessoais e ofensas diretas.

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O primeiro atrito destacado envolve o francês Emmanuel Macron. Há pouco mais de um ano, a primeira-dama desembarcou do avião presidencial francês, gerando especulações sobre o episódio. Trump aproveitou o momento para atacar Macron, afirmando que “essa esposa dele o trata extremamente mal”. “Os dois [Trump e Macron] são os que têm uma relação mais longa, com Macron se gabando muito de ser o presidente ‘encantador’ de Trump, quem conseguia falar no ouvido de Trump e convencê-lo.

Mas a relação foi azedando”, destacou Pavão.

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Conflitos com outros líderes

Com o canadense Mark Carney, Trump foi além das críticas diplomáticas: ameaçou e passou a se referir a Carney não como líder de governo de um país soberano, mas como “futuro governador do Canadá”. Em relação ao Reino Unido, a relação de histórica proximidade entre os dois países também se deteriorou.

O primeiro-ministro britânico demorou para autorizar o uso de bases britânicas pelos Estados Unidos, o que irritou Trump.

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Em resposta, Trump fez uma comparação entre Starmer e o primeiro-ministro inglês na época da Segunda Guerra Mundial, na década de 1940: “Infelizmente, ele não é nenhum Winston Churchill”. Com o alemão Friedrich Merz, a tensão surgiu após Merz afirmar que os americanos estavam sendo “humilhados pelos iranianos”.

Trump respondeu chamando a Alemanha de “país quebrado”. A italiana Giorgia Meloni também entrou no radar de Trump.

Comentários sobre o Papa e o Japão

Quando o Papa Leão XIV criticou a guerra no Irã, Trump começou a atacar o pontífice. A reação de Trump foi direta: “Pensei que ela tivesse coragem. Estava errado”. Por fim, com o japonês Sanae Takaichi, Trump fez um comentário, também fazendo referência à Segunda Guerra Mundial.

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O contexto era o pedido americano de apoio japonês durante as tensões no Estreito de Ormuz. Trump disse na época: “Por que vocês não me contaram sobre Pearl Harbor? Foi um ataque surpresa”.

Apesar de todos esses episódios, Diego Pavão observou que, no encontro do G7, tudo parecia “correr mais ou menos em harmonia”, ao menos com base nas informações disponíveis até o momento da análise.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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