EUA afundam embarcações iranianas no Estreito de Ormuz e crise aumenta

Trump diz que forças americanas destruíram sete barcos rápidos iranianos após ataques a navios do “Projeto Liberdade”

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Foto: Reprodução

Tensão no Estreito de Ormuz: EUA afundam embarcações iranianas

O presidente Donald Trump detalhou na segunda-feira (4) a resposta dos Estados Unidos a ataques iranianos no Estreito de Ormuz. Segundo o comunicado, as forças americanas derrubaram sete embarcações iranianas de pequeno porte, classificadas como “barcos rápidos”, após Teerã ter disparado contra vários navios envolvidos no “Projeto Liberdade”.

Trump enfatizou que “nenhum dano” foi registrado, com exceção de um navio cargueiro sul-coreano.

O presidente afirmou que o Irã realizou disparos contra nações neutras no contexto do projeto, incluindo o navio sul-coreano. Ele sugeriu que a Coreia do Sul poderia se juntar à missão, comentando: “Talvez seja hora de a Coreia do Sul vir e se juntar à missão!

Derrubamos sete pequenas embarcações ou, como eles gostam de chamá-las, barcos ‘rápidos’. É tudo o que lhes resta”. Trump também assegurou que “até o momento não houve danos na travessia pelo Estreito”.

Resposta militar dos EUA no Estreito de Ormuz

O almirante Bradley Cooper, chefe do Comando Central dos EUA, confirmou que as forças americanas “destruíram” embarcações no Estreito de Ormuz, em um esforço para garantir a livre passagem de navios mercantes. A operação, segundo o Comando Central, envolve uma vasta gama de recursos, incluindo destróieres com mísseis guiados, mais de 100 aeronaves e uma força de 15 mil militares.

A iniciativa visa apoiar a segurança da navegação, sem a necessidade de escoltas militares formais.

Reuniões e próximos passos

Donald Trump anunciou que o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, dariam uma coletiva de imprensa na manhã seguinte para fornecer mais detalhes sobre a situação. Uma explosão e um incêndio ocorreram em uma embarcação sul-coreana no Estreito de Ormuz, conforme confirmado por um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores sul-coreano.

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