Equipes de resgate intensificam buscas por sobreviventes após terremoto de 7,1 no Japão

Equipes de resgate trabalham incansavelmente em Kumamoto, Japão, após um forte terremoto de magnitude 7,1 ter atingido a província na terça-feira (28). O desastre já causou a morte de pelo menos 25 pessoas e deixou muitos feridos, com as operações focadas na busca por sobreviventes em uma fábrica de papel e em um shopping center.
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Imagens divulgadas pela Agência de Gestão de Incêndios e Desastres do Japão nesta quinta-feira (30), mostram o momento em que os socorristas retiram uma vítima da fábrica de papel localizada em Yatsushiro. Em outro vídeo, divulgado na quarta-feira (29), equipes inspecionam os escombros do shopping Aeon em Kashima, onde uma possível explosão de gás pode ter contribuído para os danos.
Casualidades e condições críticas
O governo da província confirmou que a maioria das fatalidades ocorreu na fábrica da Nippon Paper Industries e no shopping Aeon. Além dos mortos, seis pessoas estão em estado crítico com parada cardiorrespiratória. O porta-voz do governo japonês informou que o total de óbitos chega a 28, considerando aqueles cuja morte está sendo investigada por possível ligação com o terremoto.
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Enquanto as buscas continuam, as autoridades locais enfrentam outro desafio: o clima extremo. Um oficial da província alertou para o risco de insolação, com temperaturas que podem chegar perto dos 40 graus Celsius nos próximos dias. Para mitigar esse problema, as Forças de Autodefesa do Japão estão instalando cerca de 300 aparelhos de ar-condicionado em centros de evacuação e outros locais da região.
Ações das autoridades e suporte à população
A resposta emergencial tem sido intensificada à medida que mais detalhes sobre os estragos se tornam conhecidos. A instalação dos aparelhos de ar-condicionado é uma das medidas para garantir a segurança e o conforto daqueles que foram deslocados devido ao desastre.
O governo japonês continua monitorando a situação enquanto as operações de resgate prosseguem.
Atualização em 28/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.
Editoria:
Redação Internacional
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