Engenheiro de Tefé Fatura R$ 150 Mil em Programa de TV e Deixa Pergunta de R$ 300 Mil Para Trás!

Luiz Cordovil, engenheiro de Tefé, surpreende ao ganhar R$ 150 mil no Domingão com Huck! Descubra a pergunta que quase rendeu R$ 300 mil!

09/03/2026 08:31

3 min

Engenheiro de Tefé Fatura R$ 150 Mil em Programa de TV e Deixa Pergunta de R$ 300 Mil Para Trás!
(Imagem de reprodução da internet).

Engenheiro de Tefé Ganha R$ 150 Mil em Programa de TV

Luiz Cordovil, um engenheiro do município de Tefé, no Amazonas, participou do quadro “Quem Quer Ser Um Milionário” no Domingão com Huck e saiu com R$ 150 mil. Ele deixou para trás uma pergunta que valia R$ 300 mil, relacionada a livros censurados durante a ditadura argentina.

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A questão apresentada no palco era: “Qual destes a ditadura militar argentina proibiu?”. As opções eram: a) “Dom Quixote”; b) “A Montanha Mágica”; c) “Guerra e Paz” e d) “O Pequeno Príncipe”. A resposta correta, revelada posteriormente ao público, foi a letra d) “O Pequeno Príncipe”.

A Surpreendente Censura a um Clássico

A escolha surpreende, já que muitos associam a obra de Antoine de Saint-Exupéry a uma leitura leve sobre amizade e infância, frequentemente presente em escolas. Publicado em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, o livro se tornou um dos mais traduzidos globalmente.

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O canal de Youtube Clube de Literatura Clássica destaca que “O Pequeno Príncipe” é um clássico por abordar, em linguagem simples, temas como amizade, laços humanos e a importância da introspecção. A narrativa gira em torno de um aviador que, ao cair no deserto, encontra um menino que relata suas viagens por planetas habitados por figuras simbólicas que refletem a obsessão adulta por poder e status.

Censura na Argentina

No entanto, na Argentina, essa obra foi interpretada de maneira diferente durante a ditadura. Uma reportagem do jornal Clarín, publicada em 5 de março, menciona “O Pequeno Príncipe” entre os livros censurados entre 1976 e 1983, ao relembrar os 50 anos do golpe militar.

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O livro foi listado ao lado de obras políticas e literatura juvenil, evidenciando a extensão da repressão cultural. Durante esse período, a intervenção estatal na leitura não se restringiu a panfletos; houve a retirada de livros de bibliotecas e a proibição de títulos em escolas.

Reflexões sobre o Livro

Com seu convite à imaginação e ao questionamento, “O Pequeno Príncipe” foi considerado “subversivo” para crianças e adolescentes. O contraste entre a imagem de um livro “inocente” e sua inclusão em listas de censura ilustra como a literatura infantil pode ser alvo de regimes autoritários.

Na trama, o menino que deixa seu planeta cuida de uma rosa e aprende com a raposa que “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Essa narrativa doce também provoca reflexões sobre laços, responsabilidade e o sentido da vida.

A biografia de Saint-Exupéry enriquece essa interpretação. Ele escreveu “O Pequeno Príncipe” no exílio, nos Estados Unidos, enquanto a França estava sob ocupação nazista. O Clube de Literatura Clássica ressalta que o livro é um “grito de esperança” em meio à devastação da guerra, resgatando valores como solidariedade, amizade e amor.

Autor(a):

Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.

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