Eduardo Bolsonaro rebate acusação de que foto com Trump foi feita com IA

Ex-deputado pediu que a Casa Branca confirme a imagem e acusou Lula de negociar terras raras para evitar a classificação de PCC e CV como terroristas.

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Foto: Reprodução
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Ex-Deputado Denuncia Acusações de Manipulação de Imagem

Em uma declaração emitida na terça-feira, 26 de maio de 2026, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) lançou duras críticas à alegação de que uma foto publicada em suas redes sociais foi gerada por inteligência artificial. A polêmica surge após o registro que o mostra ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca.

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O político expressou sua incredulidade diante da nova acusação, questionando a veracidade da imagem e exigindo uma confirmação oficial da Casa Branca.

“Após a informação de que não haveria reunião, a mais recente mentira é que a foto que eu postei é IA. Aguardo a Casa Branca confirmar que minha foto é fake, mas imaginem o tamanho do problema: falsear uma imagem com o presidente dos EUA dentro do Salão Oval”, escreveu o ex-deputado em suas redes sociais, demonstrando sua preocupação com a possível manipulação de informações.

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Reação e Críticas à Acusação

O ex-deputado complementou sua declaração, afirmando que a visita a Trump visava “exatamente o oposto” do que o presidente Lula (PT) estava propondo durante sua viagem aos Estados Unidos. Ele argumentou que o presidente brasileiro “viaja aos Estados Unidos oferecendo os minerais de terras raras do Brasil em troca de Trump não reconhecer os cartéis brasileiros, CV e PCC, como organizações narco-terroristas”.

Essa postura reflete uma estratégia de negociação e influência em relação aos interesses brasileiros.

Discussão sobre Classificação de Organizações Terroristas

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também comentou sobre o tema central da reunião, que se concentrou na articulação para que o governo norte-americano classificasse formalmente as facções brasileiras PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas.

O governo Lula se opõe à medida, alegando que ela pode abrir brecha para interferências estrangeiras em questões internas do Brasil.

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A controvérsia em torno da foto e das alegações de manipulação de imagem demonstra a complexidade das relações internacionais e a importância da verificação de informações em um contexto de crescente desinformação.

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