Após eliminação na Copa do Brasil, Domínguez explica por que Fred e Cassierra entraram só no fim
Após a eliminação do Atlético-MG na Copa do Brasil, no sábado, o técnico Eduardo Domínguez explicou a condição física de jogadores que voltaram recentemente de lesão e justificou as escolhas nas substituições.
Domínguez disse que Fred e Mateo Cassierra ainda não tinham preparo para aguentar muitos minutos em campo. Ao ser questionado sobre Cuello, que não repetiu o desempenho de outras partidas, ele apontou a organização defensiva do adversário como um dos motivos da dificuldade do atacante.
Rival fechou os espaços para Cuello
Segundo o treinador, a equipe adversária se fechou em um bloco muito baixo, com cinco defensores na linha de trás e quatro no meio-campo. Com isso, sobrou pouco espaço para dribles e infiltrações.
“Foi uma situação relacionada à estratégia do rival, que defendeu com um bloco muito baixo, com cinco jogadores atrás e quatro no meio. Havia muito pouco espaço para driblar e criar. Acho que Cuello fez um grande esforço, mas a defesa adversária também foi muito forte nas duas partidas”, avaliou.
Fred e Cassierra chegaram sem ritmo de jogo
Sobre Fred e Cassierra, o comandante reconheceu que os dois estavam longe da forma ideal. Eles fizeram apenas um treino normal na véspera, depois de quase um mês afastados.
“Fred e Mateo não estavam em condições de jogar tantos minutos. Fred ainda está com a lesão aberta. Precisávamos manter o nível da equipe. Os dois praticamente só fizeram um treino normal ontem, depois de quase um mês fora. O ritmo não é o mesmo, e isso ficou evidente”, explicou Domínguez.
A falta de ritmo apareceu em campo. Fred perdeu algumas bolas que normalmente não perde, mas ainda assim produziu um dos lances mais perigosos do Atlético-MG no segundo tempo. “Sabíamos que, se entrassem antes, seria ainda mais difícil criar as oportunidades. Mas Fred, pela capacidade que tem, criou uma das chances mais claras do segundo tempo. A defesa do goleiro foi incrível”, concluiu o técnico.
Com a derrota, o Atlético-MG deixou a Copa do Brasil em um confronto decisivo, no qual a comissão técnica teve de administrar o físico dos jogadores que retornavam de lesão.
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Redação Esportes
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