Dino diz que Operação Fluxo Oculto mostra urgência de reestruturar fiscalização do mercado financeiro

Em despacho, o ministro cobrou mudanças na CVM e deu cinco dias para manifestações sobre o plano emergencial da União.

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Foto: Reprodução
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Operação Fluxo Oculto e a reestruturação do mercado financeiro

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou que a segunda fase da Operação Carbono Oculto, denominada “Operação Fluxo Oculto”, iniciada nesta quinta-feira (28), destaca a “urgência da reestruturação dos sistemas de regulação e fiscalização” do mercado financeiro.

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Em um despacho, ele enfatizou a necessidade de reformulação, especialmente na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), além da atuação de órgãos como o Banco Central e o COAF.

Segundo o magistrado, mesmo que as instituições mencionadas não sejam diretamente citadas como envolvidas na ação judicial, elas fazem parte do “ecossistema de blindagem da ordem econômica e da economia popular”. O ministro determinou que as partes envolvidas no processo se manifestem sobre os termos do Plano Emergencial proposto pela União em um prazo de cinco dias úteis.

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A “Operação Fluxo Oculto” investiga um novo esquema de lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital) no setor de combustíveis, envolvendo fintechs e a adulteração de combustíveis com nafta. Foram cumpridos 59 mandados de busca e apreensão em diversos estados, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul.

A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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