Datafolha: 85% dos eleitores mantêm voto mesmo com crise no STF

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (12) revela que as recentes crises envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) não abalaram a preferência da maioria dos eleitores para a Presidência da República neste ano. O levantamento mostra que, mesmo diante das acusações contra Alexandre de Moraes, 85% dos entrevistados mantêm o voto inalterado.
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Já no cenário de uma possível investigação contra André Mendonça, o índice é praticamente o mesmo: 86% não mudariam sua escolha.
Sobre Moraes, 7% afirmaram que não houve mudança no voto, mas ficaram com dúvidas sobre a decisão, enquanto 4% disseram ter mudado de nome. Outros 4% não souberam responder. No caso de Mendonça, 7% também relataram dúvidas, mesmo sem trocar o voto para o Planalto, e 2% confirmaram a mudança.
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O percentual dos que não souberam responder foi de 4%.
Metodologia e alcance da pesquisa
O Datafolha ouviu 2.002 eleitores entre os dias 8 e 10 de setembro em 125 cidades do país. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Folha e pela TV Globo, com registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR 01833/2026.
Os números indicam que, para a maioria do eleitorado, as polêmicas no STF não foram suficientes para gerar uma revisão significativa do voto presidencial.
Contexto da crise no STF
A crise no STF ganhou novos contornos após o ministro Edson Fachin decidir dividir o julgamento que envolve os casos de Alexandre de Moraes e André Mendonça.
Apesar do peso político dos episódios, a pesquisa Datafolha sugere que o eleitorado ainda não enxerga nesses fatos um motivo suficiente para alterar a rota de seu voto.
Atualização em 28/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.
Editoria:
Redação Política
A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



