Corinthians negocia com a Caixa a troca do nome da Neo Química Arena

O anúncio pode ocorrer depois da Copa; o clube quer mais que o dobro dos R$ 21 milhões anuais atuais.

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Foto: Reprodução
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Possível mudança no nome da Neo Química Arena

A Neo Química Arena pode passar por uma alteração em seu nome nos próximos meses. O Corinthians está em negociações com a Caixa Econômica Federal para os direitos de nomeação do estádio, situado em Itaquera, na zona leste de São Paulo, e vê com otimismo a possibilidade de mudança.

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Fontes ligadas à CNN Brasil indicam que as conversas estão avançando de forma positiva, e a expectativa é de que um anúncio oficial possa ser feito logo após a Copa do Mundo, que ocorrerá entre 11 de junho e 19 de julho de 2026.

Valor dos direitos de nome

Atualmente, o Corinthians recebe cerca de R$ 21 milhões da Hypera Pharma pelo uso do nome Neo Química no estádio. Após a realização de uma avaliação, o clube acredita que o valor do estádio seja, pelo menos, um pouco mais do que o dobro do que é atualmente recebido.

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A multa para a rescisão do contrato com a Hypera caiu para aproximadamente R$ 50 milhões no segundo semestre de 2025. Além disso, a negociação entre Palmeiras e Nubank para a troca do nome do Allianz Parque também é um fator a ser considerado, uma vez que ambos os estádios possuem contratos semelhantes.

Possíveis novos nomes e dívidas

Com a mudança, o principal rival do Corinthians deve receber cerca de R$ 52 milhões por ano, valor que o Timão considera justo para a sua arena. Uma das propostas analisadas pela Caixa Econômica Federal é incluir o nome de algum produto da instituição na nova denominação do estádio.

No início das negociações entre o Corinthians e a CEF, durante a gestão de Osmar Stabile, uma das opções mais fortes para o nome do estádio era uma casa de apostas que seria lançada pelo banco, mas essa ideia foi suspensa após pressões externas.

É importante ressaltar que o Corinthians possui uma dívida de aproximadamente R$ 660 milhões com a Caixa Econômica e busca uma solução com o banco estatal. A Caixa não comentou o assunto, alegando “questões de sigilo”, e o Corinthians não se manifestou.

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Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.

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