China e Irã conversam sobre a crise no Estreito de Ormuz

Em telefonema pedido pelo Irã, o chanceler chinês Wang Yi defendeu negociações, e Araghchi disse que Ormuz segue aberto, com restrições a países em guerra.

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Foto: Reprodução
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China e Irã Buscam Soluções para Crise no Estreito de Ormuz

Em uma conversa telefônica a pedido do Irã, o chanceler Wang Yi (Partido Comunista Chinês) dialogou com o ministro Seyed Abbas Araghchi, buscando desescalar a tensão no estreito de Ormuz. Wang enfatizou a importância de “todas as partes aproveitarem as janelas de oportunidade para a paz” e iniciar negociações o mais rápido possível, defendendo que o diálogo é sempre superior à força.

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Ele ressaltou o compromisso da China em manter uma posição “objetiva e justa”, com foco na promoção da paz e estabilidade regional.

Araghchi expressou gratidão pela assistência humanitária emergencial de Pequim e reafirmou a unidade do povo iraniano na defesa de sua soberania. O ministro também assegurou que o estreito de Ormuz permanece aberto à navegação internacional, embora com restrições para países envolvidos no conflito, e defendeu que ações internacionais contribuam para o alívio das tensões.

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Ele manifestou a esperança de que a China continue desempenhando um papel ativo na mediação e na promoção de negociações para encerrar as hostilidades.

A crise no estreito de Ormuz, que se intensificou desde o final de fevereiro com o bloqueio iraniano após ataques dos EUA e Israel, tem gerado preocupações na economia global. O preço do barril de petróleo ultrapassou US$ 100, e ameaças de interrupção do abastecimento de gás colocam em risco o fornecimento energético mundial.

A situação exige uma resolução diplomática urgente.

O governo iraniano tem alertado que o estreito de Ormuz pode ser fechado caso os ataques dos EUA se concretizem. A Guarda Revolucionária do Irã tem restringido o tráfego de navios, com a possibilidade de um fechamento total se a ameaça se tornar realidade.

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Essa situação já provocou o aumento de custos na região, com seguradoras quadruplicando os preços de seus serviços devido ao risco de ataques, e pode ter consequências duradouras para a economia local.

A Redação Internacional reúne a cobertura do Clique Fatos sobre os principais acontecimentos fora do Brasil. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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