Candidata de 92 anos ao Senado por SC terá 100 anos ao fim do mandato, se eleita

Marlene completa 92 anos buscando renovar mandato no Senado SC, desafiando recorde histórico e marcante trajetória política.

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Na imagem, Marlene Soccas em evento que recebeu a Comenda Legislativa Centenário de Criciúma | Foto: Reprodução/Instagram @gimondardo – 13.nov.2025

A disputa pelo Senado de Santa Catarina ganhou destaque com o nome da candidata Marlene [Sobrenome não citado], que possui uma trajetória marcada por décadas e um histórico político relevante no estado.

Com idade avançada— atualmente contando com 92 anos —, ela é a mulher mais velha a concorrer nas eleições de 2026. Caso eleita neste pleito, terá 100 anos ao fim do mandato, em 2034.

Trajetória pessoal em meio à história nacional

Marlene nasceu em Laguna, litoral catarinense, mas reside hoje pela cidade de Criciúma. É dentista e está aposentada. Seu aniversário foi registrado em 25 de setembro de 1934; um ano que marcou grandes transformações tanto no Brasil quanto globalmente.

Naquele mesmo período histórico — quando Marlene veio ao mundo —, Adolf Hitler havia se tornado führer na Alemanha e a Segunda Guerra Mundial ainda estava distante cinco anos para começar seu desenrolar mundial. No cenário brasileiro era diferente: USP (Universidade de São Paulo) acabara de ser criada naquele nămo, além do voto feminino já ter sido instituído sob o governo Getúlio Vargas, antes dele instaurar formalmente o Estado Novo ditatorial.

Experiência política em Santa Catarina

Segundo relatos sobre sua vida pessoal, ela vivenciou períodos complexos da história nacional; é descrita como sobrevivente dos tempos mais difíceis durante a Ditadura Militar no país. Ela passou por um período grave onde foi sequestrada e sofreu tortura nas mãos das forças militares ao longo de dois anos completos.

A candidatura conta com suporte na Unidade Popular (UP), partido que também apoia seus suplentes: Adriana Rio será uma força complementar aos 50 anos, enquanto Professor Jacson tem 38 anos.

O cenário eleitoral em Santa Catarina

Em relação à disputa pelo Senado catarinense neste ano — já é sabido que cada estado deve escolher a representação de dois senadores —, Marlene está inserida num contexto altamente competitivo. Um levantamento da pesquisa Quaest, divulgado na segunda-feira (24 de agosto de 2026), apontou um empate técnico na liderança entre várias figuras políticas importantes da região.

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Entre os nomes tecnicamente empatados no topo estão Esperidião Amin (PP), Carlos Bolsonaro (PL) e Carol de Toni (PL). A candidatura dela se insere nesse cenário complexo onde múltiplos políticos disputam o apoio do eleitorado catarinense neste ciclo político específico em Santa Catarina.

Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

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