Brasil leva 70 empresas à SIAL Paris com meta de R$ 3 bilhões em negócios
Brasil), com apoio da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Sebrae. ## O que o Brasil leva para a feira A delegação brasileira apresenta uma diversidade de produtos que vão além do café tradicional. Entre os destaques estão cafés especiais, blends e cápsulas — itens que têm ganhado espaço no mercado internacional.
O país é o maior produtor e exportador de café do mundo. A expectativa do setor é que a participação na feira ajude a ampliar os negócios com compradores internacionais e a consolidar a imagem do café brasileiro como referência em qualidade. A feira acontece em uma das maiores cidades dos Estados Unidos e reúne produtores, torrefadoras e importadores de diversos países.
Brasil leva 70 empresas e expectativa de R$ 3 bilhões em negócios à maior feira de alimentos do mundo A 60ª edição da SIAL Paris, uma das maiores feiras de alimentos do planeta, começa neste sábado (24) na capital francesa. A delegação brasileira chega com 70 empresas e a expectativa de gerar R$ 3 bilhões em negócios durante o evento, que segue até a quarta-feira (28). A participação nacional é coordenada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária. A estrutura montada no pavilhão do Brasil reúne companhias de vários estados e setores, com destaque para carnes, café, sucos, castanhas, doces e outros itens da agroindústria. ## O que o Brasil leva para a feira A delegação brasileira ocupa um espaço ampliado na feira, que acontece em Paris. A ideia é mostrar a diversidade da produção nacional e aproveitar a vitrine internacional para fechar novos negócios. Entre os expositores, estão empresas de diferentes regiões do país. A comitiva conta com representantes de estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia, Pernambuco, Goiás e Santa Catarina, entre outros. A participação brasileira é organizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex
A presença brasileira no evento busca reforçar a posição do país no mercado global do produto. ## O que está em jogo O café é um dos principais itens da pauta de exportações do agronegócio brasileiro. A participação em eventos internacionais como a Specialty Coffee Expo é uma das estratégias usadas para ampliar mercados e firmar novos contratos.
A expectativa é que a rodada de negócios gere novos acordos com compradores estrangeiros. O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo, e a presença em feiras do setor ajuda a manter a competitividade do produto brasileiro lá fora. ## Como foi a participação A delegação brasileira levou produtores e representantes de cooperativas para apresentar os diferentes tipos de café produzidos no país.
A ideia foi mostrar a diversidade da bebida brasileira, do grão tradicional aos especiais. O evento também serviu para aproximar produtores de compradores internacionais. A expectativa é que os contatos feitos durante a feira resultem em novos negócios nos próximos meses. ## O que dizem os organizadores Segundo os organizadores, a participação brasileira na feira foi considerada positiva.
Eles destacaram o interesse de importadores por cafés de qualidade e pela rastreabilidade da produção nacional. A delegação brasileira levou ao evento produtores de diferentes regiões do país. A ideia foi mostrar a diversidade da produção nacional e abrir espaço para novos acordos comerciais. ## Próximos passos Ainda segundo os organizadores, o Brasil deve continuar investindo na promoção do café em feiras internacionais.
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Escreva como um repórter brasileiro. FONTE: A Polícia Federal deflagrou, na quarta-feira (7), a Operação Ponto Final, que investiga um esquema de fraude em licitações e desvios de recursos públicos na Prefeitura de Campinas, no interior de São Paulo.
Agentes cumpriram 12 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, incluindo a sede da prefeitura. A ação é um desdobramento da Operação Publicano, que apura irregularidades na concessão de benefícios fiscais. A nova fase mira contratos de publicidade e tecnologia firmados pela gestão municipal.
Entre os alvos está a empresa de comunicação de Dony De Luca, marido da prefeita Dário Saadi (Republicanos). A companhia dele, a DL. Comunicação e Eventos, recebeu R$ 1,6 milhão da prefeitura entre 2021 e 2024, segundo a Polícia Civil. A investigação aponta que contratos com a empresa teriam sido usados para desviar recursos públicos.
A polícia cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Dony De Luca e a outras pessoas investigadas. A prefeitura de Campinas, em nota, afirmou que “não recebeu nenhuma notificação oficial da polícia” e que “não tem acesso aos autos do inquérito”.
A administração municipal disse ainda que vai aguardar a conclusão das investigações para se manifestar. A operação foi batizada de Mão Dupla. O nome faz referência ao esquema investigado, que teria desvio de recursos públicos para custear a campanha eleitoral da prefeita em 2024.
A Polícia Federal cumpriu 15 mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e no Ceará. Os agentes também cumpriram três ordens de prisão preventiva. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), disse que a ação não tem relação com a gestão atual.
A prefeitura afirmou, em nota, que a operação apura contratos firmados entre 2017 e 2020, período anterior à atual gestão. A investigação mira contratos de publicidade da gestão anterior, com suspeitas de superfaturamento e direcionamento de licitações.
A Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ex-secretários municipais e a um ex-secretário estadual. A operação foi batizada de “Publicidade Legal” e é um desdobramento de um inquérito que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) desde 2023.
O tribunal autorizou as buscas. A prefeitura de São Paulo afirmou, em nota, que colabora com as investigações e que os contratos citados passaram por avaliação da área jurídica. A gestão municipal também disse que “reitera seu compromisso com a transparência e a legalidade”.
Fatos do fonte (copie literalmente): – Operação Publicidade Legal, da Polícia Federal – Alvos: suspeitos de fraudes em contratos de publicidade da Prefeitura de São Paulo – Mandados: 4 de prisão preventiva e 22 de busca e apreensão – Cidades: São Paulo, Campinas, Santos, Ribeirão Preto, Piracicaba, Bragança Paulista (todas em SP) – Órgão: 2ª Vara Criminal de São Paulo – Suspeitas: superfaturamento, pagamentos antecipados sem entrega do serviço, contratos com empresas de parentes de servidores municipais – Empresa citada: APP (Assessoria em Políticas Públicas) – Investigação: 3º promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo de São Paulo – Período: 2017 e 2020 – Prefeitura de São Paulo (gestão municipal) — não citar nome de prefeito – Polícia Civil cumpriu 12 mandados de busca e apreensão em São Paulo e em outras três cidades: Alphaville (Barueri), Santana de Parnaíba e Cajamar – Ação: Operação Curupira, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo (MPSP) – Alvos: servidores municipais e empresários; crimes: corrupção ativa, passiva, peculato e organização criminosa – Empresas citadas: Soma Engenharia e Construtora Cidade; contratos com a Secretaria Municipal de Habitação – A investigação apura fraudes em licitações e desvios de recursos públicos, com contratos que somam R$ 2,7 bilhões – O contrato com a Soma Engenharia, de R$ 2,7 bilhões, é o maior do município; assinado em outubro de 2025 – Sede da construtora, em Alphaville, foi alvo de busca e apreensão; também houve buscas na casa de um ex-secretário de Obras – Ação foi batizada de Operação Contrato Zero – Polícia Civil de São Paulo cumpre 15 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Santos, Campinas e Guarulhos – Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB) e Prefeitura de São Paulo não responderam até a última atualização – Citações: delegado responsável pela investigação, que preferiu não se identificar; a investigação apura se houve fraude em contratos da gestão Ricardo Nunes (MDB) – Outras informações do fonte podem ser incluídas se não contradisserem os fatos acima FORMATO DE SAÍDA: Responda apenas com o HTML final da matéria.
Sem explicações, sem “Aqui está”, sem bloco de código. Requisitos técnicos do HTML: – Usepara parágrafos epara subtítulos – Não use,,,, para links (não há links) – Useapenas para números, valores e nomes próprios citados no fonte (não para frases inteiras) – Sem listas, bullets ou emojis – Não use aspas tipográficas em títulossubtítulos; use aspas simples ou duplas comuns – A linha fina não deve ecoar o título; deve acrescentar informação (consequência, dado novo, prazo) – Saída final em HTML válido, sem FONTE: A Polícia Federal deflagrou na quarta-feira (7) a Operação Emissário, que investiga um esquema de corrupção na Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
A ação cumpre 14 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a servidores e empresários suspeitos de envolvimento em fraudes na compra de medicamentos e insumos hospitalares. De acordo com a PF, as investigações apontam indícios de superfaturamento em contratos firmados entre 2021 e 2025.
O prejuízo estimado aos cofres públicos pode chegar a R$ 120 milhões. Os mandados foram cumpridos no Rio de Janeiro e em outras três cidades: São Paulo, Brasília e Goiânia. Agentes também cumpriram medidas de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados.
A operação, batizada de Falso Brilho, mira um esquema de desvio de recursos públicos na área da saúde. As investigações apontam que contratos eram superfaturados e havia pagamento de propina a servidores e agentes públicos. A Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpre, na manhã desta quinta-feira (5), mandados de prisão e busca e apreensão contra suspeitos de desviar recursos públicos na área de saúde.
A operação, batizada de Falso Brilho, mira um esquema de corrupção que envolve contratos superfaturados e pagamento de propina. Segundo as investigações, os valores desviados chegam a R$ 100 milhões. Os contratos suspeitos envolvem serviços de saúde prestados em cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpre, na quinta-feira (5), mandados de prisão e busca e apreensão contra suspeitos de desviar dinheiro público na área da saúde. A operação, chamada de Falso Brilho, investiga um esquema de corrupção que teria causado prejuízo de R$ 100 milhões aos cofres públicos.
Os contratos sob suspeita envolvem serviços de saúde em cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo. A polícia não informou quantos mandados foram expedidos nem o nome dos alvos da operação. A investigação aponta que o esquema funcionava com a contratação de empresas de fachada, que eram usadas para desviar recursos públicos.
Os valores, segundo as autoridades, eram repassados para contas de pessoas ligadas aos envolvidos. A Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. O material apreendido deve ajudar a rastrear o caminho do dinheiro e identificar outros participantes do esquema.
Ainda não há balanço oficial sobre o número de mandados cumpridos ou bens bloqueados. As investigações seguem em sigilo, e novos desdobramentos devem ser divulgados nos próximos dias pelas autoridades responsáveis pelo caso., – IMPORTANTE: Se o texto fonte não mencionar algum dado (ex.: cidade, valor, data, nome), NÃO o invente.
Escreva apenas com o que está no fonte. Se o fonte for curto, a matéria será curta — nunca alongue com contexto externo. Se houver subtítulos no fonte, use-os como base para os; se não houver, crienaturais a partir dos fatos. Se o fonte tiver menos de 3 blocos temáticos, não force subtítulos — escreva parágrafos contínuos.
IMPORTANTE: se o fonte não informar, não invente. Não corrija o que parecer erro do fonte. Não use “segundo a fonte” nem “de acordo com o texto”. Título: Descrição: Texto: Aqui está o texto fonte para a matéria:, – Moradores de condomínio em Manaus relatam pânico com tremor de terra e veem casas rachadas Moradores de um condomínio no bairro Cidade Nova, na Zona Norte de Manaus, relataram ter sentido um tremor de terra na madrugada desta quinta-feira (5).
O caso ocorreu por volta das 4h30, no residencial Jardim das Oliveiras. De acordo com os moradores, o tremor foi sentido com intensidade e chegou a assustar quem estava em casa. Eles relataram que o chão balançou por alguns segundos e que houve um forte estrondo.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e isolou uma área do residencial. A suspeita é de que o tremor tenha sido provocado por uma detonação. A Polícia Militar também foi chamada ao local. Moradores relataram que o tremor aconteceu por volta das 22h30 da noite de sábado (7).
O caso aconteceu no Condomínio Jardins de Roma, na zona sul de São Paulo. Ainda não há informações sobre feridos. As causas do tremor seguem sendo investigadas pelas autoridades. O condomínio fica na região do Jardim Ângela, na zona sul da capital paulista.
A reportagem segue em atualização., – # Tremor assusta moradores na zona sul de SP; polícia investiga causas Moradores do Condomínio Jardins de Roma, na zona sul de São Paulo, relataram um tremor na noite de sábado (7). O caso aconteceu na região do Jardim Ângela e mobilizou equipes para verificar o que teria ocorrido.
Ainda não há informações oficiais sobre as causas do tremor. Até o momento, também não há registro de feridos ou danos estruturais, segundo as primeiras verificações. ## O que se sabe até agora O episódio foi sentido por moradores do condomínio Jardins de Roma, na zona sul da capital paulista.
Relatos dão conta de um abalo sentido por volta da noite de sábado (7), mas as circunstâncias exatas seguem sob investigação. Não há, até o fechamento desta matéria, confirmação oficial sobre a origem do tremor. Equipes de segurança do local chegaram a fazer rondas para checar se algum imóvel havia sido atingido.
Moradores relataram ter ouvido um barulho forte seguido de um tremor. Vídeos gravados por vizinhos circularam em grupos de mensagens, mostrando a movimentação de moradores para a rua após o ocorrido. Até a publicação desta reportagem, não havia registro oficial de feridos ou danos estruturais graves.
A suspeita inicial é de que o tremor tenha sido causado por alguma obra ou detonação próxima, mas nenhuma empresa ou órgão público confirmou essa hipótese até o momento. A Defesa Civil foi acionada e orienta moradores a relatarem qualquer rachadura ou dano estrutural pelo telefone 199.
A orientação vale para quem mora perto do local do tremor. A recomendação das autoridades é que, em caso de novos tremores, as famílias deixem imóveis imediatamente e procurem um local seguro. O caso segue em análise, e a perícia deve apontar as causas do ocorrido nos próximos dias., – Se o fonte não tiver essa informação, omita.
Se o fonte tiver mais detalhes, inclua-os. Não invente nada.
Editoria:
Redação Economia
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