Brasil é eliminado pela Noruega nas oitavas da Copa do Mundo de 2026

Brasil sofre derrota dolorosa contra a Noruega, reacendendo dúvidas sobre o desempenho da seleção na competição mundial.

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Foto: Reprodução de vídeo

A Seleção brasileira foi eliminada da Copa do Mundo de 2026 no domingo (5). O time perdeu para a Noruega por placar apertado de 2 a 1 nas oitavas de final.

O resultado marca a pior campanha do Brasil em Copas desde 1990. A partida expôs dificuldades ofensivas brasileiras contra uma equipe norueguesa bem organizada que soube explorar as oportunidades criadas pelo adversário.

Análise tática e chances desperdiçadas

Desde o início, Carlo Ancelotti montou sua estratégia esperando atacar nos momentos do contrapé. Essa abordagem deu certo mais de uma vez durante o jogo; no entanto, faltou ao ataque brasileiro a capacidade necessária para converter essas boas jogadas em gols decisivos na área rival.

O primeiro tempo já teve um destaque negativo: Bruno Guimarães perdeu um pênalti, defendido pelo goleiro Ørjan Nyland. Mais tarde, Endrick também desperdiçou uma chance cara a cara com o goleiro norueguês.

O Brasil só marcou nos acréscimos. O gol foi de Neymar, que havia entrado no segundo tempo.

Domínio estatístico em campo

A Noruega comandou grande parte das jogadas desde o início até o fim dos 90 minutos. Em termos percentuais, ela manteve uma posse total de bola superior a marca brasileira: foram registrados impressionantes 67% na disputa por domínio territorial.

Embora o Brasil tenha acertado cinco finalizações no gol — mais que a Noruega —, foi Erling Haaland quem fez a diferença ao aproveitar duas chances claras.

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Enquanto isso, grandes nomes como Kylian Mbappé e Lionel Messi seguem na briga pelo protagonismo nesta Copa. Haaland, por sua vez, chegou a 62 gols em 54 partidas pela seleção norueguesa.

Para o Brasil conseguir se preparar adequadamente para os próximos mundiais será um desafio grande. A preparação foi dificultada pela troca de treinadores — Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior passaram pelo cargo antes de Carlo Ancelotti — e pelo turbulento cenário político na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que passou por uma mudança conflituosa no comando.

Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido.

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