Bortoleto larga em 19º, chega em 16º em Interlagos e diz que o top 10 era o potencial da Audi

Sem alívio por terminar a prova em casa pela primeira vez, Bortoleto culpa a classificação ruim e o regulamento novo, que dificulta ultrapassagens.

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O brasileiro Gabriel Bortoleto: piloto terminou o GP de SP na 16ª colocação | Foto: Getty Images
O brasileiro Gabriel Bortoleto: piloto terminou o GP de SP na 16...
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O brasileiro Gabriel Bortoleto terminou o Grande Prêmio de São Paulo de Formula 1 em 16º lugar, em Interlagos, e saiu do fim de semana frustrado. O piloto da Audi largou da 19ª posição, depois de uma classificação ruim no sábado.

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Em conversa com jornalistas após a corrida, ele atribuiu o resultado ao treino de classificação. “Largar lá de trás não é fácil. O resultado de hoje é uma consequência do que aconteceu ontem, por isso fiquei tão chateado”, disse.

Regulamento novo complica ultrapassagens em Interlagos

Bortoleto afirmou que já esperava uma disputa difícil para subir no grid. “Eu sabia que ia ser difícil ultrapassar. Infelizmente, o regulamento novo dificulta a ultrapassagem em pistas como Interlagos, que é conhecida por ter muitas ultrapassagens. Mas faz parte. Consegui terminar a corrida, e fiz tudo o que estava ao meu alcance”, completou.

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Chegada ao fim da prova não traz alívio

Na comparação com 2025, quando bateu logo na primeira volta e abandonou a corrida, o piloto reconheceu um avanço. Terminar a prova em casa pela primeira vez, segundo ele, trouxe experiência, mas nenhuma sensação positiva.

“É a minha obrigação terminar a corrida, então isso não me dá felicidade e nem alívio. Alívio seria entregar o que eu acho que a gente tinha potencial para entregar, e o que demonstramos em todos os treinos, que era um top 10”, desabafou.

Piloto aponta ritmo positivo e cobra a si mesmo

Apesar da frustração, o paulista destacou que o carro teve um ritmo positivo durante a corrida e que a equipe segue evoluindo neste ano. Ele, no entanto, reconheceu os limites do carro atual.

“Não consigo ganhar com o carro que eu tenho, infelizmente. Tem que ter paciência e esperar. Mas saibam que eu sou o primeiro a me cobrar quando cometo um erro”, afirmou. Para ele, assumir as falhas faz parte do processo de evolução, assim como reconhecer o bom trabalho feito.

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