Mesmo com fama no samba, Bar do Omar e Baródromo viram alvo de queixas por lotação no Rio

Dono do Bar do Omar ironizou cliente com a vitória de Lula e apagou o post; Felipe Trotta, do Baródromo, diz ter reforçado a equipe nos dias de evento.

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Felipe Trotta, do Baródromo | Foto: Reprodução/Veja
Felipe Trotta, do Baródromo | Foto: Reprodução/Veja

Dois bares do Rio de Janeiro, que se tornaram referência para quem gosta de samba e carnaval, estão no centro de queixas sobre superlotação, filas e demora no atendimento.

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No Bar do Omar, conhecido pelas rodas de samba, pela vista para a Zona Portuária e pela decoração com referências políticas, uma cliente reclamou no X da falta de controle de entrada. O proprietário respondeu com ironia e provocou mais discussão.

Depois da repercussão, ele apagou o comentário e fechou o perfil na plataforma, mas as críticas seguiram.

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Cliente diz que não volta ao Bar do Omar sem controle de entrada

A cliente afirmou, no X, que esteve no bar “ontem” e que não pretende voltar enquanto não houver controle na porta. Ela descreveu o ambiente como insuportável de cheio e com cerveja quente.

A resposta do dono ironizou a queixa ao citar a vitória de Lula no fim de semana. Na publicação, ele escreveu que a casa não impediria as pessoas de entrar e comemorar juntas, em tom de deboche. A repercussão levou o proprietário a apagar a mensagem.

Baródromo enfrenta reclamações sobre lotação e fila nos banheiros

No Baródromo, a decoração com fantasias, alegorias e referências às escolas de samba atrai um público que quer viver o carnaval durante todo o ano. O sucesso, porém, trouxe reclamações sobre superlotação, filas nos banheiros e demora no atendimento.

Um usuário do X criticou o calor e a falta de espaço. Segundo ele, o bar fecha a rua inteira com grades e só deixa ficar quem estiver consumindo algo da casa.

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Proprietário aponta programação como diferencial da casa

Para Felipe Trotta, proprietário do Baródromo, não existe fórmula certa para manter o bar sempre cheio. Ele atribui o movimento a uma programação musical e visual que dialoga com as escolas de samba nos períodos sem eventos na Sapucaí, em conversa com a coluna GENTE.

Trotta também disse que a equipe foi reforçada nos dias de evento para acompanhar a demanda. Segundo ele, quando uma casa atende tanta gente, falhas podem acontecer, e a equipe fica atenta para corrigi-las.

Apesar do crescimento, ele descarta transformar o negócio em rede. “A essência continua aqui no Maracanã.”

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