Argentina expulsa encarregado de negócios iraniano e acirra crise!

Argentina expulsa encarregado de negócios do Irã! Crise diplomática explode com acusações e retaliações. Saída urgente de Mohsen Tehrani em 48h.

2 min

Foto: AFP
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A Argentina intensificou sua postura diplomática em relação ao Irã, declarando o encarregado de negócios no país, Mohsen Tehrani, “persona non grata”. A decisão, anunciada nesta quinta-feira (2), exige que ele deixe o país em até 48 horas, elevando ainda mais a crise diplomática entre os dois países.

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A medida surge em meio a acusações mútuas e uma escalada de tensões entre os governos.

Críticas e retaliações mútuas

O governo argentino justificou a expulsão após o Irã ter feito declarações contra o presidente Javier Milei e o chanceler Pablo Quirno, consideradas falsas e ofensivas por Buenos Aires. Em resposta, a chancelaria argentina ressaltou a importância do caso do atentado à Amia, em 1994, como um elemento central na relação bilateral.

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A Argentina continua a acusar autoridades iranianas de envolvimento no ataque, enquanto Teerã nega qualquer participação e considera as acusações politicamente motivadas.

Alinhamento externo e decisões controversas

A decisão de designar a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã como organização terrorista, anunciada na terça-feira (31), demonstra o alinhamento do governo Milei com a política externa dos Estados Unidos e de Israel. Essa medida, apresentada como parte da estratégia de segurança argentina, intensificou ainda mais as críticas do Irã, que a considera uma afronta e uma violação das normas internacionais.

Possibilidade de sanções e pressão internacional

Fontes indicam que o governo argentino está avaliando a possibilidade de implementar sanções contra o Irã, caso receba um pedido formal de Washington. Especialistas apontam que essa postura representa uma ruptura com a tradição pacifista da Argentina e um alinhamento automático à política da Casa Branca.

A participação do governo Milei no lançamento do “Coalizão Trump”, uma iniciativa de governos de direita na América Latina, também é vista como um instrumento de pressão dos Estados Unidos sobre a região.

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