Após recurso barrado, Pablo Marçal pede ao TSE suspensão da inelegibilidade de 8 anos
Os advogados do candidato à Presidência Pablo Marçal (PRTB) pediram ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a suspensão da inelegibilidade imposta a ele por oito anos. A solicitação foi protocolada na noite desse domingo (30), depois que o TRE – SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) barrou a subida de um recurso apresentado contra a condenação.
A defesa recorreu ao TSE por meio de uma tutela de urgência. O instrumento foi usado para tentar interromper imediatamente os efeitos da decisão que tornou Pablo Marçal inelegível, antes que a Corte Superior analise de forma definitiva o mérito do recurso.
Pedido apresentado ao TSE
Na solicitação, os advogados sustentam que a punição aplicada ao candidato teve como base provas insuficientes. A defesa afirma que esse ponto deve ser reavaliado pelo tribunal responsável pela análise do recurso.
O pedido não busca apenas a revisão da condenação ao final do processo. A equipe jurídica também quer que o TSE suspenda os efeitos da decisão enquanto o mérito do recurso ainda não for julgado pela Corte Superior.
Na prática, a medida permitiria que Pablo Marçal aguardasse a análise definitiva do caso sem que a inelegibilidade de oito anos produzisse efeitos durante a tramitação do recurso.
Recurso foi barrado pelo TRE – SP
A iniciativa dos advogados ocorreu após o TRE – SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) impedir a subida do recurso contra a condenação. Com isso, a defesa levou a discussão ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que agora é chamada a examinar o pedido de tutela de urgência.
O tribunal estadual e a Corte Superior aparecem em etapas diferentes da tentativa de contestar a decisão. Primeiro, o TRE – SP analisou a possibilidade de encaminhamento do recurso. Depois de barrar a subida, abriu caminho para que os advogados buscassem uma medida diretamente no TSE.
A defesa argumenta que a decisão não deveria continuar produzindo efeitos enquanto o recurso ainda aguarda julgamento.
O requerimento protocolado na noite desse domingo (30) combina dois pedidos: a suspensão imediata da inelegibilidade e, posteriormente, o julgamento do mérito do recurso pela Corte Superior. A decisão sobre a tutela de urgência deverá definir se os efeitos da condenação ficam interrompidos durante essa análise.
O que a defesa questiona
O principal argumento apresentado pelos advogados de Pablo Marçal é que a condenação foi baseada em provas insuficientes. A defesa pretende que o TSE reexamine esse fundamento ao avaliar o recurso.
Até que o mérito seja julgado, os advogados pedem que a inelegibilidade por oito anos não seja aplicada. O objetivo é obter uma decisão provisória enquanto a Corte Superior não conclui a análise do caso.
O pedido ainda depende de avaliação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A defesa aguarda uma manifestação da Corte sobre a tutela de urgência e sobre a continuidade do recurso contra a condenação.
Atualização em 28/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.
Editoria:
Redação Política
A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para contato@cliquefatos.com.br.