TRE-SP mantém inelegibilidade de Pablo Marçal até 2032

TRE-SP mantém inelegibilidade de Pablo Marçal até 2032 após julgamento contínuo pela Justiça Paulista.

24/08/2026 20:43

2 min

Pablo Marçal
Pablo Marçal

Pablo Marçal terá sua inelegibilidade mantida até os anos de 2032 após uma nova deliberação do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE – SP). O ex – candidato a prefeito da capital paulista teve seu recurso especial eleitoral inadmitido, e o TRE – SP manteve também multa no valor total de R 420 mil.

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As determinações foram formalizadas na última sexta – feira (dia 21), quando José Antonio Encinas Manfré, presidente do órgão estadual, proferiu um julgamento que reafirmou condenações anteriores. A decisão se baseia em crimes cometidos por Marçal durante sua campanha nas eleições de 2024.

Manutenção das sanções após uso indevido da mídia

O magistrado responsável pelo caso confirmou a inelegibilidade e o valor pecuniário devido à prática ilícita no período eleitoral passado. Segundo os registros processuais acompanhando o feito na Justiça Paulista, Pablo Marçal foi condenado especificamente pela utilização inadequada dos meios de comunicação social ao longo do pleito presidencial anterior.

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A inadmissão recursal significa que não houve abertura para reavaliar as condenações já estabelecidas por instância superior ou colegiada dentro do próprio TRE – SP sobre este ponto específico. Essa manutenção das sanções é um desdobramento direto da análise feita em relação aos atos cometidos durante sua campanha como ex – candidato a prefeito e candidato às eleições presidenciais mais recentes.

Negativa contra alegações de abuso econômico

Além disso, na mesma ocasião decisória eleitoralmente importante, o Tribunal Regional Eleitoral negou também recurso apresentado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). O MPE buscava reverter parte dos termos que haviam afastado condenações anteriores relacionadas à captação ilícita ou ao uso abusivo do poder econômico por Marçal.

O magistrado José Antonio Encinas Manfré utilizou um trecho da decisão colegiada para justificar a negativa. Segundo sua escrita judicial: “De um lado, a prática ilícita configura o use indevido dos meios de comunicação social; mas, por outro ângulo, as provas reunidas nos autos não autorizam ainda uma nova condenação em relação ao abuso do poder econômico”.

Impacto das decisões no cenário político

A manutenção dessas sanções eleitorais impacta diretamente os direitos políticos e a capacidade legal que Pablo Marçal terá até 2032. O caso reforça como órgãos judiciais estaduais acompanham rigorosamente padrões éticos na veiculação política.

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Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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