Anderson Barbosa Alencar é preso no Rio por tiro na cabeça da namorada Anabella, de 18 anos

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, na madrugada da segunda-feira (2), um homem suspeito de tentar assassinar a companheira com um tiro na cabeça. O crime aconteceu na comunidade de Rio das Pedras, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
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Anderson Barbosa Alencar é apontado como autor do disparo que atingiu Anabella Silva Cardoso, de 18 anos, na noite de domingo (1º), dentro da residência do casal. A jovem foi socorrida em estado gravíssimo e levada ao Hospital Municipal Souza Aguiar, onde há suspeita de morte encefálica e um protocolo de confirmação em andamento.
Suspeito diz que arma disparou por acidente
Ao ser ouvido pela polícia, Anderson afirmou que o tiro partiu de uma pistola que manuseava dentro da casa. Segundo ele, a arma disparou acidentalmente e atingiu a companheira.
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Ainda de acordo com o depoimento, ele jogou a pistola no chão e prestou socorro à vítima. Os agentes do GELC (Grupo Especial de Local de Crime), da PCRJ, localizaram o suspeito e o levaram à Delegacia de Homicídios da Capital.
Arma escondida na laje não bate com a versão
Durante as investigações, os policiais encontraram inconsistências no relato. No imóvel, a pistola não estava no lugar indicado por Anderson. Ela foi achada escondida na laje da casa, entre tijolos e telhas.
Na mesma região, os agentes localizaram uma bolsa com um revólver, munições e carregadores, incluindo um carregador alongado. Na prática, o achado derrubou a explicação do suspeito sobre o que aconteceu com a arma.
Suspeito é preso em flagrante por tentativa de feminicídio
A DHC (Delegacia de Homicídios da Capital) prendeu Anderson em flagrante por tentativa de feminicídio e posse ilegal de arma de fogo de uso permitido. A corporação também pediu a decretação de sua prisão preventiva.
Em nota, a Polícia Civil informou que a tipificação como tentativa de feminicídio é provisória, já que a vítima está em quadro clínico extremamente grave, com suspeita de morte encefálica. Se a morte for confirmada, o crime pode ser reclassificado como feminicídio consumado.
O caso segue sob investigação.
Editoria:
Redação Brasil
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