Alckmin afirma que o diácom o Congresso em relação ao Imposto sobre Operações Financeiras e políticas fiscais está avançado

O vice-presidente afirmou que as propostas fiscais serão apresentadas em reuniões agendadas para o final de semana corrente e o início da semana seguinte.

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DF - ALCKMIN/DORES ABDOMINAIS/EXAMES/ARQUIVO - POLÍTICA - Foto de arquivo de 06/03/2025 do vice- presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), que passa por exames nesta quinta-feira, 29 de maio de 2025, após apresentar quadro de enjoo e dores abdominais. Alckmin é atendido no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. 06/03/2025 | Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, declarou que as conversas sobre medidas que podem substituir a alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), assunto principal das negociações fiscais atuais, estão “bem encaminhadas”. Em coletiva de imprensa durante a visita à Mistercryl, em Brasília, afirmou que o governo busca o equilíbrio das contas públicas por meio de um diálogo aberto com o Congresso. “A solução virá pelo método ideal: aumentar a receita com eficiência e reduzir a despesa, melhorando a eficiência do gasto público.”

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Ele reiterou que essa estratégia abrange tanto o incremento da arrecadação quanto a redução inteligente de gastos, sem especificar quais ações concretas seriam implementadas. O vice-presidente também enfatizou a importância do diálogo no desenvolvimento das negociações: “Quero destacar a demonstração de maturidade, de amadurecimento, o diálogo é o caminho adequado, ouvir, dialogar e solucionar, quem ouve mais comete menos erros”.

Alckmin afirmou que as propostas fiscais serão apresentadas em reuniões previstas para este fim de semana e início da próxima semana. “Vamos aguardar; a discussão vai ocorrer neste fim de semana e no início da semana”, comentou, reforçando a expectativa de avanços nas tratativas.

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Ele também afirmou que “o objetivo do governo é cumprir o arcabouço fiscal, déficit zero”, destacando a importância dessa meta para conter a inflação e evitar o aumento do endividamento público. “Essa é a boa política do ponto de vista econômico, não gastar mais do que arrecada.”

Com informações do Estadão Conteúdo

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