Zema mantém críticas a Flávio e defende trajetória sem subsídios estatais

O candidato à Presidência da República pelo Novo partido manteve nesta terceira feira, dia 25 de agosto de 2026, as críticas feitas anteriormente ao senador do PL no Rio de Janeiro (PL-RJ). Em sabatina realizada por O Globo, rádio CBN e Valor Econômico, o ex-governador mineiro reforçou seu perfil empreendedorismo como pilar central em sua trajetória política.
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Zema enfatizou que se diferencia dos adversários justamente por nunca ter dependido financeiramente das verbas públicas estaduais ou federais: “Nunca recebi recursos de impostos. Sempre fui pagador”, declarou ele sobre seus anos anteriores na gestão pública.
Trajetória financeira sem depender do Estado
O governador voluntário afirmou ainda um detalhe específico referente ao período no qual esteve à frente da governadoria de Minas Gerais (MG). Segundo Zema, durante todo o tempo exercendo esse cargo, houve uma dedicação total e integral:
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Ao ser questionado pelos repórteres sobre possíveis mudanças ou suavizações nas críticas direcionadas ao senador PL-RJ nos meses recentes — além se perguntarem caso haja alguma orientação política vinda do Novo —, ele negou veementemente qualquer tipo de influência externa.
Defesa das convicções políticas
Zema foi categórico, afirmando não ter alterado seu discurso: “De forma alguma. Não tiro nada do que eu disse. Está postado. Não mudo em nada”, declarou o ex-governador mineiro para os jornalistas presentes no evento.
Posicionamento sobre investigações e financiamentos
Em relação a casos polêmicos envolvendo figuras públicas ou empresas privadas, Zema manifestou apoio às apurações de fatos relacionados ao filme “The Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
Ele considerou essencial dar explicações detalhadas:
“É preciso dar explicações a respeito,” afirmou ele. O candidato apontou que há uma discrepância entre o valor do filmado na produção e os recursos utilizados: “O filme, pelo que já foi dito, parece ter um valor que não é condizente com a produção”.
Críticas à natureza das acusações
Apesar de defender as apurações sobre “The Dark Horse”, Zema também aproveitou para questionar investigações envolvendo o filho do presidente Lula (PT). Ele mencionou especificamente Fábio Luís Lula da Silva — conhecido como Lulinha —, levantando dúvidas quanto aos procedimentos adotados:
“Será que a investigação está sendo feita de maneira adequada?”, perguntou o ex-governador. O candidato reforçou seu pedido geral por um fim às chamadas “investigações tendenciosas” no Brasil, pedindo sempre clareza e imparcialidade nos processos.
Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.
Editoria:
Redação Política
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