Washington Hilton: Local de novo ataque violento durante jantar dos Correspondentes da Casa Branca

Histórico de Violência no Washington Hilton
O hotel que sediou o jantar anual dos Correspondentes da Casa Branca, onde um atirador invadiu o salão de baile no sábado (25), já foi cenário de outro ataque violento. Em 1981, John Hinckley Jr. tentou assassinar o presidente Ronald Reagan ao deixar o local.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Embora Reagan tenha sobrevivido, ele sofreu ferimentos graves, incluindo um tiro que perfurou seu pulmão e causou hemorragia interna. O secretário de imprensa, James S. Brady, também foi atingido na cabeça e ficou parcialmente paralisado após o ataque.
Localizado a pouco mais de um quilômetro e meio a noroeste da Casa Branca, em Washington, D.C., o Washington Hilton tem sido palco de diversos eventos importantes desde sua inauguração em 1965. Durante as décadas de 1960 e 70, o amplo salão do hotel recebeu apresentações de bandas icônicas, como The Doors e Jimi Hendrix.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Atualmente, o local também abriga regularmente o Café da Manhã Nacional de Oração.
Incidente Durante o Jantar dos Correspondentes
No jantar dos Correspondentes da Casa Branca, o presidente Donald Trump foi retirado rapidamente do palco pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos na noite de sábado (25). O vice-presidente JD Vance e outros membros do gabinete de Trump também deixaram o evento de forma apressada.
Leia também
O suspeito do ataque, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, é residente de Torrance, na Califórnia, uma cidade costeira próxima a Los Angeles.
De acordo com o chefe do departamento de polícia do Distrito de Columbia, Allen estava hospedado no Washington Hilton, onde ocorria o jantar com jornalistas. Até o momento, as razões por trás do ataque permanecem desconhecidas. Em uma coletiva de imprensa após o incidente, Trump mencionou que a suspeita é de que o atirador tinha intenções específicas, mas os detalhes ainda estão sendo investigados.
Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.



