Trump rejeita participação curda na guerra com o Irã

Presidente dos EUA diz que não quer tornar o conflito mais complexo nem ver os curdos feridos

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Foto: Reprodução
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Trump se opõe ao envolvimento curdo na guerra com o Irã

O presidente Donald Trump declarou que os Estados Unidos não desejam a participação das forças armadas curdas no conflito com o Irã. Essa afirmação contrasta com esforços anteriores da CIA, que, segundo relatos, buscava armá-las para incitar uma revolta.

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“Não queremos a entrada dos curdos. Somos muito amigos dos curdos, como vocês sabem, mas não queremos tornar a guerra mais complexa do que já é”, afirmou Trump durante um voo no Air Force One no sábado (7).

O presidente também enfatizou: “Sim, eu descartei essa possibilidade. Não quero que os curdos entrem. Não quero ver os curdos feridos ou mortos. Temos tido uma boa relação; eles estão dispostos a entrar, mas eu disse a eles que não quero que entrem.”

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Contexto sobre os curdos no Irã

Fontes informaram que a CIA estava tentando fomentar uma revolta no Irã, armando as forças curdas. O governo Trump, segundo essas fontes, mantinha diálogos ativos com grupos de oposição iranianos e líderes curdos no Iraque sobre apoio militar.

Os curdos, um grupo étnico minoritário, representam entre 8% e 17% da população iraniana, de acordo com estimativas do governo britânico. Historicamente, eles buscam maior autonomia e direitos. Além do Irã, há comunidades curdas na Turquia, no Iraque e na Síria.

A Redação Internacional reúne a cobertura do Clique Fatos sobre os principais acontecimentos fora do Brasil. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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