Trump provoca ao rebatizar Novo México como “Nova América” em mapa

O presidente Donald Trump voltou a cutucar velhas feridas geopolíticas com uma provocação que mistura história e disputa territorial. No Dia do Trabalho, ele publicou na Truth Social uma série de mapas em que o estado do Novo México aparecia rebatizado como “Nova América“.
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A medida reacende um debate antigo: desde quando os Estados Unidos passaram a usar o nome “América” para se referir ao próprio país?
A ação não é um caso isolado. No primeiro dia de seu segundo mandato, Trump já havia assinado um decreto para mudar o nome do Golfo do México para “Golfo da América”. No mês passado, a investida continuou: depois que o Canadá se recusou a ceder em uma guerra comercial iniciada pelo presidente americano, Trump determinou que o Lago Ontário passasse a se chamar “Lago América”.
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Uma disputa de nomes que atravessa séculos
A controvérsia sobre o uso do termo “América” pelos Estados Unidos não é nova. Historiadores apontam que a apropriação exclusiva do nome começou de forma gradual, a partir do fim do século 19, após a guerra de 1898, quando os EUA se tornaram um império colonial. Antes disso, o nome se referia às massas continentais, em homenagem a Américo Vespúcio.
Ao rebatizar o Novo México como “Nova América“, Trump não apenas provoca o México vizinho, mas também reforça uma visão de supremacia territorial que marcou seu governo.
O impacto das mudanças geográficas de Trump
As alterações propostas por Trump vão além do simbolismo.
Já a sugestão de chamar o Canadá de “Lago América” foi vista como uma provocação direta em meio à guerra comercial entre os dois países.
A série de mapas publicada no Dia do Trabalho reforça a estratégia do presidente de usar símbolos nacionais para mobilizar apoiadores.
Atualização em 28/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.
Editoria:
Redação Internacional
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