Trump pressiona Israel a interromper ataques em Gaza enquanto busca acordo com o Irã

A pressão de Trump sobre Israel reflete uma tentativa de estabilizar a região enquanto busca um acordo que envolva o Irã e o Hamas.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca | Foto: Getty Images
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Uma publicação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a madrugada deste domingo (2), deixou claro que não haverá ataques imediatos contra o Irã. Em sua mensagem na rede Truth Social, Trump sinalizou a intenção de retomar negociações para um acordo duradouro sobre o tema.

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Essa estratégia diplomática, no entanto, não se limita ao Irã; os esforços americanos também visam avançar nas conversações sobre Gaza.

Trump está pressionando Israel a interromper os ataques ao território palestino. A situação na Faixa de Gaza permanece tensa, mesmo após o anúncio do presidente sobre avanços nas negociações. Recentemente, um bombardeio próximo à Cidade de Gaza resultou na morte de uma família de três pessoas, conforme relatou à CNN o diretor de um hospital palestino.

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Compromissos e exigências do Hamas

O Hamas declarou que continua comprometido com o desarmamento, mas condiciona a entrega das armas ao fim dos ataques israelenses e a outras exigências. “As próximas horas serão um teste de seriedade, não de intenções”, afirmou um alto integrante do grupo à CNN na noite de sábado.

De acordo com esse representante do Hamas, a Casa Branca fez “movimentos significativos (…) nas últimas horas” para implementar o acordo de cessar-fogo assinado há quase dez meses.

A influência de Mohammed Dahlan

Mohammed Dahlan, ex-líder da Autoridade Palestina em Gaza e atualmente exilado nos Emirados Árabes Unidos, comentou em sua conta no Facebook que Jared Kushner, genro de Trump, está colaborando com o lado israelense para suspender os ataques a Gaza.

Embora haja contestação em relação à influência política de Dahlan, ele é visto como alguém que manteve relações próximas com diversos governos dos Estados Unidos ao longo dos últimos anos.

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A CNN entrou em contato com a Casa Branca e o Departamento de Estado americano para comentar as declarações. Desde que Trump anunciou o compromisso do Hamas com o desarmamento, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu não se manifestou publicamente sobre os desenvolvimentos em Gaza.

Posicionamentos israelenos

No entanto, Eli Cohen, ministro da Energia de Israel, afirmou que não há nenhum acordo para interromper os ataques ao território palestino. Ele defendeu que Israel, que já controla cerca de 70% da Faixa de Gaza, deve assumir o controle total da região.

As tensões permanecem altas enquanto as negociações prosseguem sob um cenário delicado e incerto.

Atualização em 28/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

A Redação Internacional reúne a cobertura do Clique Fatos sobre os principais acontecimentos fora do Brasil. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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