Trump nega que porta-aviões no Caribe tenha intenção de intimidar Cuba em meio a tensões

Tensões entre EUA e Cuba
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou nesta quinta-feira (21) que a chegada de um porta-aviões americano ao Caribe tivesse a intenção de intimidar Cuba, especialmente em um momento de crescente tensão entre Washington e Havana. “De forma alguma”, afirmou Trump ao ser questionado sobre se o envio do grupo de ataque do USS Nimitz era um aviso para Cuba.
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Trump descreveu Cuba como “um país fracassado”, ressaltando a situação precária do país. “Eles não têm eletricidade, não têm dinheiro, não têm praticamente nada, não têm comida. E nós vamos ajudá-los”, declarou o presidente, enfatizando seu desejo de oferecer assistência.
Na quarta-feira, as Forças Armadas dos EUA anunciaram o deslocamento do porta-aviões, que inclui também pelo menos um destróier equipado com mísseis guiados. Além disso, o Departamento de Justiça do governo Trump apresentou acusações relacionadas à derrubada de dois aviões civis do grupo de exilados cubano-americanos Irmãos ao Resgate, ocorrida em 1996.
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A ação do Departamento de Justiça gerou preocupações sobre a possibilidade de uma operação militar em Cuba, semelhante àquela realizada na Venezuela para capturar o ditador Nicolás Maduro, que atualmente está detido em Nova York sob acusações de tráfico de drogas.
Editoria:
Redação Internacional
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