Tenente Ronickson Pimentel passa por redução da sedação após ser baleado em São Caetano do Sul

O tenente Ronickson Pimentel dos Santos, da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), passa por uma redução gradual da sedação, um passo importante no tratamento de sua condição. Internado em estado grave na UTI do Hospital Estadual Mário Covas, ele vem respondendo bem ao tratamento intensivo.
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A equipe médica informou que a principal evolução do dia foi o início desse protocolo de redução da sedação, embora os sinais neurológicos continuem favoráveis e o agente se mantenha estável, com boa oxigenação e sob monitoramento constante.
Pimentel foi baleado no último dia 27, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Na mesma data do ataque, ele passou por uma cirurgia de emergência para remover um projétil alojado em sua cabeça, procedimento que ocorreu com sucesso. O incidente aconteceu durante a manhã, na Avenida Goiás, quando o tenente estava saindo da academia e foi abordado por dois indivíduos em uma motocicleta.
Detalhes do ataque
No momento do ataque, os suspeitos se aproximaram de Pimentel e dispararam contra ele. Após ser atingido, o tenente recebeu os primeiros socorros de uma equipe do Samu ainda no local. Devido à gravidade dos ferimentos, ele foi transportado de forma emergencial ao hospital pelo helicóptero Águia, pertencente ao Grupamento Aéreo da Polícia Militar.
Ronickson é irmão mais velho de Eloá Pimentel, assassinada em 2008 pelo ex – namorado Lindemberg Alves após ser mantida refém por mais de 100 horas. Em relação ao atentado contra o tenente da Rota, a Polícia Militar informou que três suspeitos foram detidos no domingo (28) em Guaianases, na zona Leste de São Paulo.
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Investigações em andamento
Os detidos têm idades de 52, 40 e 24 anos e estariam envolvidos no suporte logístico e no transporte durante a execução do atentado. Um deles confessou participação no crime; já o mais jovem foi liberado. De acordo com informações da Rota, evidências indicam que o ataque foi planejado previamente pelos criminosos.
A polícia também investiga possíveis ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC), a maior facção criminosa do Brasil, na organização e coordenação do ataque ao policial. As investigações seguem em andamento enquanto as autoridades buscam esclarecer todos os detalhes desse caso complexo.
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Autor(a):
Pedro Santana
Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.



