Suspeitas de Ebola no Brasil: exames negativos em pacientes do Rio e São Paulo

Duas suspeitas de Ebola no Brasil foram descartadas após exames em São Paulo e Rio de Janeiro. Descubra os detalhes e o que isso significa para a saúde pública!

02/06/2026 06:31

2 min

Suspeitas de Ebola no Brasil: exames negativos em pacientes do Rio e São Paulo
(Imagem de reprodução da internet).

Investigação de Suspeitas de Ebola no Brasil

No último final de semana, duas suspeitas de infecção por Ebola foram analisadas, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo. Ambos os pacientes haviam viajado para países com alerta de infecção pelo vírus: a República Democrática do Congo e Uganda.

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Os exames realizados indicaram a presença do DNA do Ebola, mas os resultados foram negativos.

Caso em São Paulo

Um paciente de 37 anos internado no Instituto Emílio Ribas, em São Paulo, teve a infecção por Ebola descartada após exame realizado pelo Instituto Adolfo Lutz. O laboratório confirmou que não havia traços do vírus na amostra coletada. Durante a investigação, foi identificado que o paciente apresentava meningite.

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Apesar da confirmação de outra doença, as equipes de saúde continuaram a investigação para Ebola como medida de precaução, devido ao histórico de viagem e aos sintomas apresentados.

Caso no Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, o INI/Fiocruz descartou a possibilidade de Ebola em um paciente que veio de Uganda e testou positivo para malária. A Fiocruz informou que as análises de saliva, urina e sangue resultaram negativas para o vírus do Ebola. Com isso, o paciente foi liberado do protocolo de biossegurança do INI/Fiocruz, que inclui isolamento, e segue sob monitoramento clínico.

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Transmissão do Ebola

A transmissão do vírus Ebola ocorre através do contato com sangue, tecidos ou fluidos corporais de indivíduos infectados, incluindo animais ou cadáveres, além do contato com superfícies contaminadas. Comparado à Covid-19, o risco de contágio é consideravelmente menor, pois o Ebola não é transmitido pelo ar.

Outro fator que reduz o risco de transmissão é que o vírus não é contagioso durante o período de incubação. A infecção se torna transmissível geralmente quando o paciente já apresenta sintomas, facilitando o rastreamento de contatos e o controle da doença.

Os sintomas do Ebola surgem entre dois e 21 dias após a infecção e incluem febre alta, dor de cabeça, dores no corpo, vômitos e diarreia. Em casos mais severos, o paciente pode desenvolver febre hemorrágica, com risco de sangramentos.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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