STF acusa ex-chefe e policiais do Rio em caso grave de obstrução e crime

STF acusa policiais do Rio de crimes! 🚨 Investigação de 2018 aponta obstrução e associação criminosa. Rivaldo, Giniton Lages e Marquinho HP serão formalmente

26/05/2026 11:46

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STF acusa ex-chefe e policiais do Rio em caso grave de obstrução e crime
(Imagem de reprodução da internet).

Supremo Tribunal Federal Formaliza Acusações Contra Integrantes da Polícia Civil do Rio

Na manhã desta quinta-feira (21), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu majoritariamente que três integrantes da Polícia Civil do Rio de Janeiro serão acusados formalmente. A decisão foi tomada no âmbito do caso que investiga obstrução de Justiça e associação criminosa, ocorrido em março de 2018.

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Os ministros Cristiano Zanin, relator do caso, e Flávio Dino votaram a favor da abertura de uma nova ação penal. A decisão ainda aguarda o parecer da ministra Cármen Lúcia, que tem até sexta-feira (22) para se manifestar. O caso envolve o ex-chefe da Polícia Civil do Rio, Rivaldo, que já foi condenado a 18 anos de prisão por obstruir a apuração de um crime.

Além de Rivaldo, outros dois policiais, o delegado Giniton Lages e o comissário Marco Antonio de Barros Pinto (conhecido como Marquinho HP), também serão formalmente acusados. A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusa os três de terem agido para ocultar provas, incriminar pessoas inocentes e utilizar testemunhas falsas, tudo com o objetivo de garantir a impunidade dos responsáveis pelo assassinato.

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O caso está intrinsecamente ligado à investigação sobre o crime em que Marielle Franco, assessora da vereadora do PT, foi assassinada em 2018. Os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, conselheiro e ex-deputado federal, respectivamente, foram condenados a 76 anos e três meses pelo crime, sendo acusados de serem os mentores do crime, motivado por disputas envolvendo a propriedade de uma empresa.

As defesas dos acusados apresentaram seus argumentos antes do julgamento. A defesa de Rivaldo alegou a falta de provas robustas e baseou-se em inferências para contestar a denúncia. Os advogados de Giniton Lages argumentaram sobre a falta de foro privilegiado, enquanto a defesa de Marco Antonio de Barros Pinto destacou a ausência de provas concretas e o papel da polícia na prisão de Ronnie Lessa, um dos executores do crime.

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Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.

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