Teste de DNA para HPV no Rio: quem tem direito, de 25 a 64 anos, e quando chega às unidades
A Secretaria de Saúde do estado do Rio de Janeiro (SES-RJ) divulgou, na segunda-feira (26), a ampliação da oferta do teste de DNA para HPV no rastreamento do câncer do colo do útero. A tecnologia busca identificar o vírus antes do surgimento de lesões.
Com a mudança, o intervalo preventivo passa a ser estendido para cinco anos. Na avaliação da pasta, o método reduz a taxa de falso-negativos, um dos principais problemas dos exames tradicionais.
Teste substitui o Papanicolau na rede pública estadual
Segundo a pasta, a tecnologia foi implementada na rede pública estadual em fevereiro de 2026. Até agora, já foram analisadas 60.503 amostras, com o teste de DNA substituindo o exame Papanicolau.
O exame de DNAHPV tem precisão próxima de 100%, enquanto a do Papanicolau é de cerca de 50%. A diferença pesa na hora de decidir como fazer o rastreamento da doença.
Método deve chegar a todas as unidades até o fim do ano
O objetivo é que o método esteja disponível em todas as unidades de atendimento ginecológico até o fim deste ano. Para isso, a SES-RJ já capacitou os profissionais para o novo protocolo, voltado à população de 25 a 64 anos.
A pasta também já distribuiu aos municípios os kits do teste.
O que é o HPV?
Segundo o Ministério da Saúde, o HPV (papilomavírus humano) é um vírus que afeta a pele e as mucosas. Trata-se da infecção sexualmente transmissível (IST) mais comum no mundo.
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Na maioria das pessoas, a infecção não apresenta sinais e sintomas. O vírus pode ficar latente de meses a anos, sem se manifestar, ou causar manifestações subclínicas.
No caso das verrugas na região genital e no ânus, o tratamento consiste na destruição das lesões. Ainda assim, a vacina contra o HPV é, segundo a pasta federal, a medida mais eficaz de prevenção contra a infecção.
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Redação Saúde e Educação
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