Ataque ao tenente Pimentel: suspeito com mandado por homicídio morre após troca de tiros com a Rota

Um suspeito de participar do ataque contra o tenente da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) Ronickson Pimentel dos Santos foi morto pela própria Rota na manhã da sexta-feira (30), na zona Leste de São Paulo. Segundo a PM, os agentes tinham recebido denúncia de que um homem procurado pela Justiça estaria em um imóvel naquela região.
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Ao chegarem ao local, os policiais foram recebidos a tiros e revidaram. O suspeito foi atingido, desarmado e levado para atendimento, mas não resistiu no hospital. Este é o sétimo morto pela Rota nas buscas por envolvidos no crime, e outras cinco pessoas já foram presas.
Mandado apontava homicídio e organização criminosa
Conforme a SSP (Secretaria de Segurança Pública), havia um mandado de prisão por homicídio e organização criminosa contra o homem, suspeito de participar do atentado contra o tenente Pimentel. A pasta ainda não respondeu aos pedidos de mais detalhes sobre a ocorrência.
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Tenente foi baleado em São Caetano do Sul
Pimentel andava de moto, à paisana, por São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, quando foi surpreendido por disparos feitos por dois suspeitos em 27 de junho deste ano. Ele ficou gravemente ferido. A última atualização informa que segue internado na UTI de um hospital em Santo André.
A família deixou de autorizar a divulgação do estado de saúde do policial. Ele é irmão mais velho de Eloá Pimentel, jovem de 15 anos assassinada em 2008 pelo ex-namorado Lindemberg Alves, após ficar refém por mais de 100 horas.
Pelas investigações, o ataque foi planejado com antecedência. A polícia apura se o PCC (Primeiro Comando da Capital) participou da ação, mas ainda não tem conclusões sobre o motivo do crime. O caso é tratado como tentativa de execução.
Mulher e enteado de Golias são presos
As prisões mais recentes ocorreram em 24 de julho, quando a polícia prendeu a mulher e o enteado de Hércules da Costa Siqueira, o “Golias”, apontado como executor do atentado. De acordo com as apurações, ele tentou fugir com a família para o litoral paulista, mas, até agora, é o único que não foi localizado.
Outros três homens foram presos como suspeitos de participação na tentativa de homicídio. Dois deram apoio logístico e transporte no dia do ataque e foram detidos no dia seguinte. O terceiro foi preso em julho na comunidade de Heliópolis, teve prisão temporária decretada e confessou ter se livrado da moto usada pelos autores.
A polícia segue atrás de Golias, que permanece foragido.
Editoria:
Redação Clique Fatos
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