Rafael Câmara minimiza batida em Interlagos: “não é de açúcar” e a chuva não é problema
Rafael Câmara estreou em uma classificação da Fórmula 1 no sábado (7), no Autódromo de Interlagos, em meio a chuva, atraso e uma batida. Substituindo o francês Esteban Ocon no GP de São Paulo, o piloto da Haas avaliou a própria participação como positiva, mesmo depois do erro.
Na corrida de domingo (8), às 14h (horário de Brasília), ele larga em 11ª colocação. O brasileiro, de 21 anos, ganhou duas posições por causa de punições aplicadas a outros pilotos, e a prova será sua estreia em uma corrida de F1.
Batida no fim do Q2 provocou bandeira vermelha
Câmara avançou para o Q2, mas perdeu o controle do carro no final da sessão e bateu no muro. O incidente levou à bandeira vermelha, que atrasou o início do Q3.
Segundo o piloto, ele travou a roda na última curva. Ainda tentou aliviar o freio para completar a curva, mas saiu reto, passou pela grama e não conseguiu se recuperar.
Foco na corrida de domingo e a vaga como titular
Com a corrida se aproximando, Câmara disse que a prioridade agora é se preparar com os engenheiros, entender o que precisa fazer e completar uma prova limpa. A ideia é levar o carro até o fim sem problemas e buscar um bom resultado.
O piloto também já tem uma definição para o futuro: a partir do ano que vem, ele será titular na Haas.
Piloto minimiza erro e diz que chuva não preocupa
Apesar da batida, Câmara afirmou estar tranquilo para a corrida. Para ele, o erro não foi grave, já que a curva deixa pouca margem e ele ainda estava se adaptando ao pneu intermediário pela primeira vez. Ele disse que foi ganhando confiança ao longo da sessão e acabou sendo um pouco otimista na última curva.
De bom humor, o pernambucano afirmou que a chuva não é um problema para a prova de domingo. Reconheceu que o erro não foi o ideal para a equipe, mas brincou que não é de açúcar.
Apoio da torcida brasileira surpreende Câmara
Questionado se o apoio dos torcedores brasileiros o tinha surpreendido, Câmara disse que sim. Segundo ele, em qualquer lugar por onde passou havia muita gente, e o carinho e a vibração da torcida funcionam como uma força extra para dar o melhor na pista.
Para o piloto, essa empolgação não aumenta a pressão. Ele a enxerga como energia positiva.
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Redação Esportes
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