Putin e Xi Jinping selam acordos históricos que desafiam Washington em 2026

Relações Rússia–China: Visita de Putin a Pequim Desafia Washington
A recente viagem do presidente russo, Vladimir Putin, a Pequim apresentou um cenário de relações entre Rússia, China e Estados Unidos significativamente diferente da visita do presidente republicano americano na semana anterior. Essa disparidade ilustra o complexo estado atual das relações internacionais entre os três países.
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O contexto das negociações também era distinto: o líder republicano buscava fortalecer acordos comerciais e obter apoio, enquanto Putin focou em uma abordagem mais diplomática, celebrando os 25 anos do Tratado de Boa Vizinhança e Cooperação Amigável entre a China e a Rússia.
O resultado final foi a formação de parcerias entre o Kremlin e Pequim, gerando incertezas para Washington. A assinatura de acordos entre os dois países resultou em um fortalecimento das relações estratégicas e em uma clara oposição às políticas comerciais adotadas anteriormente, como as medidas tarifárias implementadas durante o governo Trump.
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A colaboração demonstra uma visão compartilhada sobre a necessidade de um sistema de governança global mais justo e equitativo.
Acordos e Parcerias Firmadas
Na quarta-feira, 20 de maio de 2026, o presidente Putin e o líder chinês, Xi Jinping, assinaram um total de 22 acordos. Dentre os mais relevantes, destacam-se as declarações conjuntas que reforçam a parceria estratégica entre os dois países, a busca por uma nova governança global em um mundo multipolar e o apoio ao comércio e ao multilateralismo.
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Essa postura contrasta diretamente com as políticas comerciais adotadas anteriormente.
Novos Acordos e Cooperação
Além dos acordos estratégicos, foram firmados acordos em áreas cruciais como a construção de uma segunda linha de ferrovia que conecta os dois países, memorandos de cooperação na utilização de energia nuclear e de fusão termonuclear, além de parcerias em telecomunicações, turismo e educação.
A visita resultou em 20 memorandos de parcerias entre universidades e canais de televisão, totalizando 42 acordos assinados em conjunto.
“Como integrantes permanentes do Conselho de Segurança da ONU e importantes potências mundiais, a China e a Rússia devem adotar uma perspectiva estratégica de longo prazo, impulsionar o desenvolvimento e a revitalização de seus respectivos países por meio de uma coordenação estratégica abrangente e de ainda maior qualidade, e trabalhar para tornar o sistema de governança global mais justo e equitativo”, afirmou Xi Jinping.
Autor(a):
Ana Carolina Braga
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.



