Polícias de SC e SP prendem quatro por golpe de falsos sites de leilão que movimentou R$ 40 mi

Vítimas pagavam por veículos em páginas que imitavam leilões legítimos; celulares e notebooks apreendidos podem levar a outros integrantes do esquema.

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Ação foi realizada em conjunto entre as polícias de SP e SC
Ação foi realizada em conjunto entre as polícias de SP e SC

Uma operação das polícias civis de Santa Catarina e de São Paulo prendeu quatro suspeitos de integrar uma organização criminosa que aplicava golpes com falsos sites de leilão, na quarta-feira (21). Segundo a Polícia Civil de Santa Catarina, o grupo movimentou cerca de R$ 40 milhões em dois anos.

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Além dos quatro mandados de prisão, os policiais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão. As vítimas pagavam por veículos e outros bens anunciados em páginas que imitavam plataformas legítimas de leilão, mas nunca recebiam os produtos.

Prisões ocorreram em Santo André e na capital paulista

De acordo com a polícia catarinense, os quatro mandados de prisão foram cumpridos em Santo André, na região metropolitana de São Paulo, e na capital paulista. As equipes de São Paulo ficaram com as buscas, feitas em endereços nas zonas Sul e Oeste da cidade.

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Nas buscas, os agentes recolheram celulares, notebooks, cartões bancários e documentos considerados relevantes para o caso. O material seguiu para a 1ª Delegacia de Capturas, onde passou pelos procedimentos legais.

A investigação é conduzida pela 6ª Delegacia de Polícia de Joinville (SC). A ação também mobilizou o GOE (Grupo de Operações Especiais) de Santo André, o Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos) e a Divisão de Capturas, ligada ao Dope (Departamento de Operações Policiais Estratégicas) da Polícia Civil paulista.

Material apreendido pode levar a outros integrantes

Para o delegado Tom Blumer, do Garra, a atuação conjunta entre as polícias civis torna possível cumprir medidas judiciais em locais diferentes e reunir provas para esclarecer os crimes e identificar os envolvidos.

A Polícia Civil de Santa Catarina continua à frente do inquérito. Os equipamentos e documentos apreendidos serão analisados para tentar chegar a outros possíveis integrantes do esquema.

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