Polícia Federal indicia Bolsonaro e aliados por trama golpista de 2022

Investigação aponta participação do ex-presidente em trama para manter o grupo no poder; inquérito agora segue para a PGR.

13/10/2026 19:31

3 min

Sede do FMI em Washington, nos EUA.
Sede do FMI em Washington, nos EUA.

A CNN Brasil informou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi indiciado pela Polícia Federal em um inquérito que apura a suposta trama para matar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada nesta quarta-feira (19).

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A investigação aponta que Bolsonaro teria participação no planejamento de um ataque contra o ministro. O caso corre em sigilo, e os detalhes do indiciamento foram revelados pela imprensa nacional. ## O que diz a investigação A Polícia Federal concluiu que há indícios de participação do ex-presidente no suposto plano.

O inquérito apura a chamada “Abin paralela” e um possível monitoramento de autoridades — entre elas, ministros do STF e integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A investigação também envolve militares das Forças Especiais. Segundo as apurações, o grupo teria monitorado pessoas envolvidas em decisões políticas e jurídicas no país. ## Repercussão e próximos passos A defesa de Bolsonaro ainda não se manifestou oficialmente sobre a decisão.

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O caso segue sob análise da Justiça, e novos desdobramentos podem surgir nas próximas semanas. Procurada, a Polícia Federal não comentou o andamento do inquérito. O espaço segue aberto para manifestação. # Título: “Polícia Federal indicia Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado” ## Subtítulo (linha fina): “Investigação aponta participação do ex-presidente em trama para manter o grupo no poder; inquérito agora segue para a PGR” A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro no inquérito que apura uma trama golpista para mantê-lo no poder após as eleições de 2022.

O documento foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e inclui também aliados do ex-mandatário. A conclusão do inquérito marca o fim da investigação que durou meses e envolveu militares, ex-ministros e assessores próximos. O relatório final da PF será analisado pela Procuradoria-Geral da República, que decide se apresenta denúncia contra os envolvidos. ## O que diz a investigação A Polícia Federal aponta que o grupo teria articulado um plano para manter o então presidente Jair Bolsonaro no poder após a derrota nas eleições de 2022.

Entre as suspeitas estão tentativas de interferência no processo eleitoral e a elaboração de minutas de decretos para justificar medidas de exceção. A investigação também cita reuniões e mensagens que, segundo os investigadores, indicam a participação de militares e civis no esquema.

Os nomes dos indiciados não foram divulgados até a conclusão do inquérito. ## O que dizem os envolvidos A defesa de Bolsonaro afirma que o ex-presidente não cometeu nenhum crime e que a investigação é baseada em suposições. Já o Ministério Público sustenta que há provas materiais do envolvimento dele na trama.

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A Polícia Federal concluiu o inquérito e encaminhou o relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF). Agora, cabe à Procuradoria-Geral da República decidir se apresenta denúncia contra os investigados. ## Próximos passos A PGR vai analisar o material e decidir se há elementos para formalizar acusações.

Não há prazo para essa definição. Enquanto isso, os investigados seguem respondendo ao processo em liberdade, conforme determinações anteriores da Justiça.

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