Paraíba: Horror na Região Metropolitana – Trabalhadora Doméstica Agredida em Paço do Lumiar!
Repúdio chocante! Trabalhadora doméstica de 19 anos sofre violência em Paço do Lumiar (MA). A agressão, perpetrada pela patroa Carolina Sthela, revela a
Nota de Repúdio
O Sindicato Estadual dos Empregados Domésticos do Estado da Paraíba manifesta seu mais profundo repúdio ao brutal caso de violência sofrido por uma trabalhadora doméstica de apenas 19 anos, grávida de cinco meses, agredida pela patroa dentro da residência onde trabalhava, no município de Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís (MA).
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Segundo relatos da vítima à polícia, as agressões ocorreram no dia 17 de abril e envolveram puxões de cabelo, socos, murros e violência física extrema, deixando marcas pelo corpo e traumas psicológicos profundos.
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Durante os ataques, a jovem relatou que tentava proteger a barriga e o bebê que ela carrega. Em um dos áudios que circulam nas redes sociais, a patroa Carolina Sthela chega a afirmar que a vítima “era para ter ficado com mais hematomas” e que “não era para ter saído viva”, revelando um grau alarmante de crueldade, desumanização e desprezo pela vida de uma mulher trabalhadora.
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A Violência Contra Trabalhadoras Domésticas
O caso não pode ser tratado como um episódio isolado. Ele revela uma estrutura histórica de exploração, violência e desigualdade que atinge milhares de trabalhadoras domésticas no Brasil. O trabalho doméstico segue sendo uma das categorias mais precarizadas do país, marcada por baixos salários, informalidade, assédio moral, violência psicológica, jornadas exaustivas, humilhações e, em muitos casos, violência física.
Solidariedade Feminista e de Classe
Manifestamos nossa total solidariedade à companheira agredida, à sua família e ao bebê que ela carrega. O trabalho doméstico é exercido hegemonicamente por mulheres, muitas delas chefes de família, pobres, negras e historicamente excluídas dos espaços de poder e proteção social.
Quando uma trabalhadora doméstica é violentada, todas nós somos atingidas.