Operação contra Ciro Nogueira aumenta pressão por CPI do Banco Master

Operação Compliance Zero: Tempestade política no Banco Master! Investigação ganha força com acusações e novas revelações. Saiba mais!

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Foto: Reprodução
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Pressão Cresce por Investigação do Banco Master com Operação Compliance Zero

A pressão por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o caso do Banco Master se intensificou na quinta-feira, 7 de maio de 2026. O movimento ocorre em paralelo com o andamento da Operação Compliance Zero e após críticas internas sobre a falta de liderança do partido no enfrentamento do esquema.

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A situação se tornou particularmente delicada com a investigação em curso envolvendo figuras próximas ao governo anterior.

Reações Políticas e Apoio à CPI

O líder do governo no Congresso manifestou sua posição, afirmando que “não pode haver qualquer suspeita de acordão para abafar as investigações”. Ele defendeu a criação de uma CPMI no Congresso e de uma CPI na Câmara, demonstrando o interesse da base governista em aprofundar a apuração dos fatos.

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O deputado assinou o requerimento apresentado pelas deputadas Fernanda Melchionna e Heloísa Helena (ambas do Psol). A iniciativa conta com o apoio de 181 deputados e 35 senadores.

Investigação do STF e Críticas Internas

Um ponto crucial desta semana foi a decisão do ministro do STF André Mendonça, que, após buscas contra o senador Ciro Nogueira, ex-chefe da Casa Civil de Jair Bolsonaro, e aliados ligados ao caso, considerou que a relação entre Ciro e Daniel Vorcaro “extrapola a amizade” e indica um “arranjo funcional” para obtenção de benefícios mútuos.

PT Defende Proatividade na Investigação

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, admitiu que o partido “errou” ao não assinar o requerimento inicial da CPI do Banco Master, que havia sido apresentado pela oposição. Ele argumentou que a base governista deveria ter assumido o protagonismo das investigações desde o início.

A bancada petista protocolou um requerimento próprio de CPI, assinado pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), mas optou por não subscrever o pedido da oposição, que contava com mais assinaturas.

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Conexões com o Governo Bolsonaro

Deputados do PT afirmaram que a nova etapa da operação revelou a “intimidade do coração do governo Bolsonaro com o esquema do ‘BolsoMaster’”. Eles apontaram órgãos como o Banco Central, Fazenda, Casa Civil, Previdência, INSS e até o gabinete da Presidência como estruturas que, segundo eles, estavam “cercadas por operadores da fraude”.

A declaração reforça a estratégia do PT de vincular o escândalo ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto.

Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.

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