Operação Compliance: PF apreende armas com funcionários de Vorcaro e investiga “A Turma”

A terceira fase da operação prendeu Vorcaro, Fabiano Zettel e o policial aposentado Marilson Roseno; o grupo é acusado de intimidar adversários do banqueiro.

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Foto: Reprodução
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Operação Compliance: Descobertas e Prisões no Caso Vorcaro

A Polícia Federal concluiu a terceira fase da Operação Compliance, apreendendo diversas armas em posse de funcionários do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, em 4 de março de 2026. O caso envolveu também a investigação de Marilson Roseno da Silva, ex-policial federal aposentado, e Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”. A corporação identificou uma variedade de armas apreendidas, incluindo uma pistola Taurus calibre .40, uma Glock calibre 9mm, uma carabina Rossi calibre 22, uma espingarda CBC calibre 12, além de carregadores e munições de diferentes calibres.

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Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”, foi encontrado com uma pistola calibre .380, municiada, acompanhada de carregadores e munições, sem registro nos sistemas oficiais. O incidente ocorreu em 6 de março, no dia em que ele tentou cometer suicídio enquanto estava sob custódia da Polícia Federal em Belo Horizonte, detalhes sobre o ocorrido permanecem sob sigilo. O ministro Mendonça, responsável pela relatoria do caso, enfatizou a natureza persistente da organização criminosa armada, apelidada de “A Turma”, apesar das investigações em andamento.

A investigação ainda aponta para a existência de 8 celulares de Daniel Vorcaro, que estão sendo analisados. A Polícia Federal confirmou a prática de atos de ameaças concretas, envolvendo um ex-funcionário de Vorcaro e sua família, que foram submetidos a intimidações. O grupo “A Turma”, responsável por intimidar adversários do ex-banqueiro, continua sendo considerada uma ameaça latente, com integrantes ainda em liberdade. O ministro Mendonça conta com o apoio dos ministros Luiz Fux e Nunes Marques para consolidar a decisão.

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Os núcleos de atuação do esquema investigado incluem um núcleo financeiro, responsável pela estruturação das fraudes contra o sistema financeiro; um núcleo de corrupção institucional, voltado à cooptação de funcionários públicos do Banco Central; um núcleo de ocultação patrimonial e lavagem de dinheiro, com utilização de empresas interpostas; e um núcleo de intimidação e obstrução de Justiça, responsável pelo monitoramento ilegal de adversários, jornalistas e autoridades. Além de Vorcaro, foram presos Fabiano Zettel, investigado por realizar pagamentos e orientar o núcleo de intimidação, e Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado investigado por participar do grupo de monitoramento de adversários de Vorcaro.

A quebra do sigilo dos dados telemáticos de Daniel Vorcaro revelou que ele mantinha em seu celular contato com 3 ministros do STF, parentes de ministros, como a advogada Viviane Barci de Moraes, 6 congressistas e 2 diretores do Banco Central.

A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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