Número de militares iranianos mortos em ataques dos EUA chega a pelo menos 13

Balanço da Tasnim inclui seis militares das forças regulares, entre eles três pilotos, enquanto o total de vítimas ainda não tem confirmação oficial.

03/09/2026 13:01

3 min

Irã alerta para retaliação em “escala total” se ataques dos EUA continuarem
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A agência de notícias semioficial iraniana Tasnim informou nesta quinta – feira (3) que mais seis militares morreram em ataques dos EUA realizados nesta semana. Com o novo balanço, o número de mortos entre as forças armadas chegou a pelo menos 13.

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Os ataques ocorreram na terça – feira (1º) e foram os mais intensos registrados em semanas. A Tasnim afirmou que seis integrantes das forças regulares, entre eles três pilotos, morreram no sul do Irã. A agência não divulgou detalhes sobre o local exato das mortes.

Militares mortos nos ataques de terça – feira

Em uma divulgação anterior, a agência havia informado que três integrantes do grupo paramilitar Basij morreram na ilha de Lavan, no Golfo Pérsico. O funeral dos militares foi realizado no sul do Irã na quarta – feira (2.

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As ofensivas também provocaram a morte de quatro integrantes da Força Aeroespacial da IRGC (Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica) no oeste do Irã, conforme comunicado divulgado pela entidade. As mortes de militares iranianos no conflito iniciado no final de fevereiro vêm sendo anunciadas periodicamente, mas o total de vítimas ainda não teve confirmação oficial.

Mortes de civis e ameaça de Israel

Na quarta – feira (2), um funcionário do Ministério da Saúde iraniano afirmou no canal X que 18 pessoas morreram entre 30 de agosto e 2 de setembro. Entre as vítimas estavam cinco pessoas que participavam de um casamento. O mesmo informe apontou 142 feridos e voltou a chamar atenção para o número de civis mortos.

Os Estados Unidos relataram 18 militares mortos na guerra. O conflito começou com ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, enquanto os confrontos recentes elevaram a tensão no Oriente Médio. Nesta semana, Estados Unidos e Irã realizaram o maior bombardeio desde julho: Washington atingiu a costa sul do Irã, e Teerã disparou contra bases americanas em toda a região.

O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, declarou nesta quinta – feira (3) que Israel atacaria estruturas de energia e instalações civis do Irã caso o país lançasse uma ofensiva contra Israel. A ameaça foi feita em meio à escalada dos combates entre os Estados Unidos e o Irã.

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Israel iniciou em fevereiro uma guerra aérea conjunta com os EUA contra o Irã, mas não participou das últimas rodadas de confrontos. Em uma declaração a funcionários do Ministério da Defesa, Katz disse que “um ataque iraniano a Israel liberaria Israel de quaisquer limitações existentes para atacar o Irã”.

Katz também afirmou: “Vamos paralisar toda a infraestrutura militar e civil do Irã – incluindo a infraestrutura energética – e fazer o Irã retroceder à Idade da Pedra e às trevas.”

Autor(a):

Ambientalista desde sempre, Bianca Lemos se dedica a reportagens que inspiram mudanças e conscientizam sobre as questões ambientais. Com uma abordagem sensível e dados bem fundamentados, seus textos chamam a atenção para a urgência do cuidado com o planeta.

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